A Positivo Informática teve uma boa notícia em relação aos dados registrados nos últimos meses de 2013. A venda dos tablets acabou fazendo com que a empresa obtivesse um lucro líquido de R$ 30,9 milhões. Esse valor representa cerca de 230% a mais se comparado com o ano de 2012.

De acordo com algumas informações levantadas por sites especializados no setor, do total dos equipamentos que foram comercializados pela Positivo Informática, 134,1 mil foram só de tablets. Esse número revela um aumento nas vendas de 96,6%.

Também foram registrados aumentos nas vendas de outros tipos de dispositivos como, por exemplo, os notebooks, que chegaram a um número total de vendas de 476,3 mil unidades, algo em torno de 8,1%. Com relação aos desktops o crescimento apontado foi de 16,7. Os celulares também tiveram um aumento subindo para 87,3% e atingindo um total de 97,9 unidades comercializadas.

No quarto trimestre a empresa atingiu uma soma de R$ 769,1 milhões sendo que a taxa de crescimento anual foi de 17,9% e tudo isso impulsionado pelo aumento das vendas dos smartphones e tablets.

A empresa chegou a obter uma taxa Ebtida de R$ 42,2 milhões para o período. Se comparado com o ano anterior, isso seria superior cerca de 57,6%. O Ebtida é referente a ao chamado lucro anterior aos juros, amortização, depreciação e impostos.

A Positivo Informática também informou que permanece a intenção de dar continuidade aos repasses de preço com margem Ebtida de 5,5 no trimestre. Na comparação anual esse índice indica um avanço de 1,4%.

Todas as boas notícias e, claro, os bons números conseguidos pela empresa acabaram possibilitando a marca superar os prejuízos que foram acumulados até o mês de setembro. Na época, o lucro líquido da empresa chegava apenas a R$ 15,6 milhões. No ano anterior, os dados apontavam para o mesmo período quase que o dobro dessa cifra: R$ 30,2 milhões.

Por Denisson Soares


Com o crescimento contínuo do mercado de tablets, é bem possível que em breve eles ultrapassem até mesmo os computadores completos.

Isso deve acontecer porque a performance de um tablet tem sido tão satisfatória quanto a de um notebook, por exemplo. Até mesmo podemos ver que estão sendo lançados acessórios que complementam os tablets e os deixam próximos aos notebooks, como podemos ver com o Surface, da Microsoft.

Além disso, em questão de números de vendas, os tablets têm se aproximado dos computadores, sendo que a venda dos gadgets gira em torno de 60 milhões de unidades, enquanto que o número de vendas de computadores é de 80 milhões de aparelhos vendidos.

Há algumas informações circulando na internet de que em alguns meses os tablets superarão o número de vendas bimestrais dos computadores, o que com certeza causará grande mudança no mercado tecnológico, fazendo com que computadores e notebooks precisem se adequar e se reciclar, devido a essa mudança.

Para os consumidores há uma grande divisão, pois alguns preferem aparelhos portáteis e menores, como smartphones e tablets, já outros preferem os computadores, mais robustos e potentes.

Resta ver a movimentação do mercado e os lançamentos que serão feitos em breve para confirmar se as informações são reais ou não.

Por Guilherme Marcon


O tablet Nexus 10 logo que foi lançado se esgotou na Google Play e desde então não havia voltado a loja para revenda. Agora, o aparelho está voltando a ser comercializado e já pode ser encontrado em algumas lojas onlines e físicas dos Estados Unidos.

De acordo com o Electronista, o tablet ficou disponível por pouquíssimo tempo na versão digital da Staples, mas ainda pode ser encontrado no Walmart. O aparelho foi construído pela Samsung e tem como principal objetivo ser o rival do iPad, contando com uma tela de 10 polegadas e uma resolução incrível de 2560 x 1600 pixels capaz de reproduzir 300 pixels por polegada, superando a tela de Retina do tablet da Apple, com apenas 264 pixels por polegada.

Os consumidores que optarem por comprar o aparelho no Walmart, a loja oferece a opção do consumidor recebê-lo direto em sua residencia ou até retirá-lo em uma loja mais próxima de sua residência (está opção vale a penas para os consumidores americanos). O modelo mais fácil de se encontrado é a versão com 32 GB de armazenamento, que no território norte-americano é vendido por 499 dólares.

Por Felipe Santos Bonfim


Com o lançamento do iPad Mini e do iPad 4, a Apple conseguiu atrair muitos consumidores, além dos “applemaníacos”. No primeiro final de semana de venda dos novos tablets, a Apple conquistou a marca de 3 milhões de unidades vendidas juntando os dois aparelhos.

O número alcançado foi divulgado oficialmente pela própria Maçã e mostra um número de vendas similar à quantidade vendida do Novo iPad, que vendeu 1.5 milhões de unidades no primeiro final de semana de vendas, em março de 2012.

Mesmo com as inúmeras críticas do preço alto do iPad Mini e do espaço de tempo muito curto entre o lançamento do Novo iPad e do iPad 4, o início de vendas de ambos os aparelhos foi um grande sucesso. Inclusive, a Maçã foi surpreendida pelo fato de que a quantidade de compras do iPad Mini excedeu a oferta inicial.

O iPad Mini vem nas cores preta e branca e com especificações como tela de 7.9 polegadas, conexão Wi-Fi e capacidade de armazenamento de 16 GB. O iPad 4 é duas vezes mais veloz que o Novo iPad e conta com 16 GB de armazenamento.

Até então somente modelos com conectividade Wi-Fi estão sendo vendidos, porém, a Apple prometeu que os aparelhos com 4G serão vendidos muito em breve.

Por Guilherme Marcon


O ritmo acelerado das vendagens do tablet no mercado nacional tem chamado a atenção de empresas no exterior e companhias nacionais que querem fabricar o produto. Segundo informações divulgadas pela GfK Consultoria, entre o mês de janeiro e agosto do ano de 2012, as vendas deste tipo de equipamento cresceram 267% quando comparadas com o mesmo período de 2011.

Isso ocorre devido ao aumento na demanda de usuários que, cada dia mais, estão interessados na portabilidade que a prancheta eletrônica possibilita, além das opções de modelos com valores abaixo do iPad, produto da Apple e líder de mercado.

Atualmente, uma versão básica de um tablet da Apple sai por 1.299 reais. Porém, o mercado brasileiro tem várias opções como o Samsung Galaxy Tab 2, de 8 gigabytes, com preço de R$ 699.

Há também o Ypy, da marca Positivo. De acordo com a GfK, em pesquisa feita no mês de agosto, o preço médio do produto no País é de 968 reais. No ano passado, no mês de dezembro, este valor estava em mais de dois mil reais. Com mais opções para o mercado, a venda do tablet tende a aumentar e, além disso, faz com que os usuários com poder aquisitivo mais baixo também possam portar a prancheta eletrônica.

Por Marcelo Araújo





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