Muitas pessoas ainda têm dúvidas se a nossa privacidade é mesmo mantida na internet e nas redes sociais. No caso do Facebook, por ser uma página visada e com exigências de cumprir acordos, ela é obrigada a manter a privacidade de seus usuários. Isso porque a Federal Trade Comission (FTC), agência do governo americano que fiscaliza a área do mercado, enunciou uma nota oficial à maior rede social do mundo dizendo que o Facebook tem o compromisso de usar os dados dos usuários de forma correta e dar privacidade a eles.

Como se sabe, o Facebook já prometeu guardar os dados de seus usuários e resguardar a segurança deles e, para reafirmar o compromisso a agência americana enviou o documento à rede social esta semana. O comunicado, que tem quatro páginas, está acessível na página online oficial da agência. A diretora da divisão de proteção ao consumidor da FTC, Jessica Rich, oficializa ao Facebook que as regras de proteção ao usuário devem ser cumpridas. Rich encaminha a carta diretamente à diretora de privacidade da rede, Erin Egan e, como não poderia ser diferente, envia à conselheira geral do WhatsApp, Anne Hoge, aplicativo de mensagens que foi incorporada ao grupo Facebook.

Em uma parte da nota oficial, a diretora da agência americana diz que “O WhatsApp fez várias promessas sobre a natureza de dados que coleta, guarda e compartilha. Todas elas são mais restritivas do que as usadas pelo Facebook. Queremos tornar claro que é importante que, independente da aquisição, o WhatsApp siga honrando suas promessas aos consumidores”.

O comunicado tem o objetivo de reiterar a promessa que as duas empresas fizeram de resguardar a privacidade de seus usuários. A carta inclui várias declarações feitas pelos representantes das companhias WhatsApp e Facebook sobre a questão da segurança e intimidade dos usuários. A FTC quer deixar claro que as empresas terão atenção da agência para que cumpram suas palavras, ainda mais depois do acordo bilionário feito entre as duas organizações.

A nota fecha dizendo: “Centenas de milhões de usuários confiaram informações pessoais ao WhatsApp. A equipe do FTC vai continuar a monitorar as práticas da companhia para garantir que Facebook e WhatsApp honrem as promessas que fizeram aos usuários”.

Por Carolina Miranda


O Facebook possui atualmente mais de um bilhão de usuários ativos e, mesmo sendo a maior rede social do planeta, ainda tem muitas baixas em alguns grupos em todo o mundo. Nos Estados Unidos, por exemplo, alguns jovens estão diminuindo o uso da rede ou estão excluindo o perfil para usar as redes móveis.

A verdade, não são apenas os jovens que estão deixando a página social, mas pessoas de várias idades. O primeiro motivo, e talvez o principal, é por conta da privacidade. As críticas de que há uma grande complexidade para privar alguns espaços nas configurações nos dados pessoais ainda são frequentes. A única forma evidente de ficar com o perfil fechado a certas pessoas é por meio do bloqueio.

Outra situação que acaba fazendo com que as pessoas abandonem o Facebook é a dependência que ele pode causar. Um estudo da Universidade de Gotemburgo concluiu que o uso frequente da rede pode ocasionar um vício. Segundo a Escola, as mulheres passam em média 81 minutos diários online na Página, já os homens ficam 64 minutos.

Na hora de procurar um emprego, é possível que o selecionador vá buscar o seu perfil no Facebook para te conhecer melhor. O monitoramento já se transformou em uma rotina para os recrutadores em todo o mundo. Um levantamento feito por uma empresa constatou que 69% das empresas já descartaram candidatos por causa do conteúdo visto nos perfis.

Muitas pessoas se apegam às postagens dos amigos virtuais. Os contatos que publicam fotos na praia ou em qualquer outra diversão causam um grande desconforto para quem ficou em casa. E para quem quer postar tudo o que faz na vida, a tarefa ficou mais complicada ultimamente. Isso porque todos os parentes próximos já fazem parte da rede. Eles estão acompanhando tudo o que cada um faz, além de comentar todos os posts que um publica no Facebook.

As Universidades alemãs Humboldt e Darmstadt concluíram em uma pesquisa que há uma grande inveja na rede social. Os amigos que publicam corpos belos, em praias paradisíacas, com bons empregos e em férias causam um grande ressentimento para quem não tem alguma ou nenhuma dessas opções na vida. 600 pessoas foram entrevistadas e, pelas respostas, quem está na faixa dos 30 anos tem maior propensão a invejar a felicidade da família.

Outra coisa que incomoda muitos usuários é o excesso de propaganda. Se um usuário curte uma página, o Facebook fica mostrando insistentemente anúncios patrocinados de produtos parecidos. Agora, um lançamento feito em dezembro pela rede social mostra anúncios em vídeo que começam automaticamente com o play ativado.

O Facebook reúne muitos contatos interligados, mas poucos são amigos de verdade. Com o tempo, as pessoas acabam cansando de se manter informados sobre a vida de pessoas que pouco conhecem e que não possuem quase nenhuma relação.

Por fim, com assuntos que estão atuais na mídia, como pena de morte, reforma política e redução da maioridade penal, o desanimo é grande: são muitas pessoas radicais com posts agressivos sobre esses e outros assuntos com textos intolerantes. 

Por Carolina Miranda

Deletar Facebook

Foto: Divulgação


Agora é oficial: o Windows Seven, uma das mais recentes criações da Microsoft para sistemas operacionais já superou o Windows XP em gosto do público. É o que informa os dados da Net Applications, que confirma que este é agora o sistema operacional mais usado no mundo atualmente.

Em comparação, no mês analisado, 42,76% dos computadores eram Windows Seven, enquanto 42,52% do total permaneciam com o XP.

Já, o Windows Vista é o terceiro sistema operacional mais usado no planeta, alcançando a marca de 6,15% no mundo, mas permanece em queda. Essa versão acabou também perdendo espaço para as versões mais novas, diante de melhores avanços das atualizações do Windows.

O MacOS X, o sistema operacional dos computadores da Apple se destaca na quarta e quinta posição do ranking, nas versões 10.7 (Lion) e 10.6 (Snow Leopard). Ainda são poucos os computadores integrados com essa tecnologia, seguindo na marca de, respectivamente, 2,45% e 2,38%.

Conheça mais sobre os computadores e tecnologias da marca campeã em popularidade no mundo, a Microsoft, em seu portal no Brasil: www.microsoft.com/pt-br.

Já, a pesquisa realizada pela Net Applications pode ser encontrada no endereço eletrônico da consultoria: www.netapplications.com.

Por Tadeu Goulart

Fonte: IG


Desde o final de março, a Apple começou a rejeitar os apps para iPad e iPhone que solicitam o acesso às UDIDs (que são os códigos identificadores de cada aparelho). A decisão já havia sido anunciada no ano passado, buscando evitar que esse recurso pudesse ser utilizado para obter informações pessoais dos usuários.

Muitos desenvolvedores utilizam as UDIDs para levantar as estatísticas do uso dos seus aplicativos, além de coletar informações para serem divulgadas a seus anunciantes. No ano retrasado, em 2010, uma pesquisa indicou que dos 50 apps mais baixados na App Store, 68% transmitiam conteúdo pessoal às empresas anunciantes, que acabou gerando um processo judicial para a Apple.

No início do ano passado, a Maçã ainda teve que enfrentar novamente a justiça, pois ela permitia que o histórico de navegação dos usuários fossem transmitidos a terceiros, sem o consentimento dos consumidores.

Com a decisão da Apple de bloquear os apps que acessam as UDIDs para garantir maior privacidade para seus usuários, os desenvolvedores já estão se mobilizando para encontrar outra forma de coletar as informações dos usuários. Uma das opções encontradas é fazer a identificação via endereço MAC encontrada na placa de rede.

Por Guilherme Marcon





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