Todas as alterações realizadas no Ubuntu 16.04 foram desenvolvidas considerando uma nova imagem de instalação.

Recentemente a Canonical anunciou que já liberou o Ubuntu 16.04.1. Esse vem a ser o primeiro lançamento da série Ubuntu 16.04 “Xenial Xerus”. De acordo com as informações divulgadas até agora todas as alterações realizadas no Ubuntu 16.04 foram desenvolvidas considerando uma nova imagem de instalação que, por sua vez, também já está disponível para download – www.ubuntu.com/desktop.

Basicamente se o usuário já estiver usando o Ubuntu 16.04 ele não terá que fazer muita coisa especial para poder efetuar o upgrade para o Ubuntu 16.04.1. Resumindo ele só precisará instalar os updates disponibilizados na aplicação Update Menager e então seu sistema será atualizado para a versão do software mais recente.

Os tais “point releases” a exemplo deste são fundamentalmente úteis para novas instalações. Eles trazem reunidos todos os updates mais recentes de segurança, as soluções para bugs e diversas outras melhorias.

Mas o que há de novo?

Além de uma variedade considerável de patches voltados para segurança (importantes por sinal) e as citadas soluções para bugs, a Canonical também fez alterações significativas no desktop do Ubuntu 16.04.

Essas mudanças chegaram como os updates. Sendo assim, aqueles usuários que já usam o Ubuntu 16.04 e o mantem atualizado provavelmente já as tem.

A nova aplicação de instalação do Software do Ubuntu 16.04 teve como base o GNOME Software, apresentando algumas melhorias. Uma delas é a possibilidade que o usuário terá para buscar e instalar pacotes Snap na interface gráfica do sistema.

Outra coisa interessante é que será possível também fazer a instalação de pacotes .deb de terceiros. Do tipo daqueles que comumente se pode baixar pelo Google Chrome, Steam ou Skype.

O desktop Unity também teve sua vez. Agora ele está com um aspecto mais refinado. Um detalhe é um uso bem menor de animações no modo “low graphics”. Caso o usuário esteja rodando seu Ubuntu 16.04 em alguma máquina virtual ou até mesmo em uma máquina mais antiga que não tenha uma placa gráfica 3D acelerada, o Unity vai de certa maneira “pegar mais leve” com o hardware para poder rodar melhor.

Bom, as alterações realizadas nesse update devem agradar muito aqueles que já estavam um pouco cansados de algumas falhas. Apesar de alguns terem achado que demorou para sair o “pacote” até que veio bem completo.

Por Denisson Soares

 

Ubuntu 16.04


Modelo promete oferecer a mesma experiência do Ubuntu encontrado em PCs.

No ano de 2013, a empresa britânica Canonical apostou em disponibilizar uma experiência completa do Ubuntu utilizado em desktops em dispositivos móveis por meio do Ubuntu Edge. A empresa empenhou grande esforço nessa tarefa, porém o projeto não prosperou devido à campanha de investimentos. Hoje, passados aproximadamente 3 anos, parece que o projeto ainda se mantém na ativa e mais revigorado que da primeira vez.

A companhia realizou o anúncio de um novo tablet, dispositivo esse que tem como promessa a oferta da mesma experiência do Ubuntu no PC, porém para o aparelho móvel. Na realidade o conceito é bem simples, isto é, este sistema operacional móvel deverá utilizar o mesmo núcleo presente no desktop ou, então, um subconjunto que realize a execução dos mesmos apps em dispositivos diferentes. Este aparelho da Canonical é uma variável de um modelo fabricado pela marca espanhola BQ, o Aquaris M10.

O aparelho conta com as seguintes especificações técnicas: uma tela com resolução de 1280 x 800 pixels e de 10,1 polegadas. Internamente, o dispositivo conta com um chip MT8163B da Mediatek, com quatro núcleos funcionando a uma frequência de 1,3 GHz. O tablet conta também com um memória RAM de 2 GB e o armazenamento interno possui 16 GB. De fato, com essas especificações o aparelho não vem para ocupar um espaço no topo do mercado, porém é o necessário para que os apaixonados por sistemas Linux fiquem ainda mais empolgados.

O tablet ainda é equipado com uma entrada USB, a qual permite a conexão de um dispositivo externo como teclado, mouse ou monitor e uma entrada HDMI. Um quesito que chama bastante atenção dos consumidores é a bateria, que possui 7.280 mAh. Este projeto do Canonical, da mesma forma que o Continuum da Microsoft, ainda está no começo. Apesar disso, a companhia está com pensamento positivo quanto a sua biblioteca de aplicativos, que é suficiente para suprir boa parte das necessidades dos usuários. Além do mais, a Canonical possui o Ubuntu Convergence, que permite a execução de aplicativos tradicionais como o Twitter, Google Chrome, Netflix, e diversos outros. Somando esses recursos todos, a companhia quer oferecer uma ótima experiência para a grande quantidade de usuários Linux espalhados ao redor do mundo.         

Por Filipe Silva

Tablet da Canonical com Ubuntu

Foto: Divulgação


Quando o Ubuntu Tablet, sistema operacional para tablets, foi revelado pela Canonical, um recurso interessante, porém já muito usado, foi exibido: a tecnologia de reconhecimento de voz.

O que foi apresentado pela Canonical integra uma tecnologia bastante precisa no reconhecimento de voz dos tablets que usarão o Ubuntu Tablet como plataforma. Entretanto, parece que a empresa pode expandir essa tecnologia também para os desktops, pois atualmente o desenvolvedor independente James McClain vem desenvolvendo uma versão do aplicativo para rodar em PCs e notebooks.

Esse aplicativo já ganhou um vídeo no YouTube, onde são mostradas as principais funções do software. Tendo em vista que o app tem sido muito comentado e divulgado no mundo todo, pode ser que a Canonical resolva lançar muito em breve a sua versão oficial de reconhecimento de voz para o Ubuntu em desktops.

Apesar de muita informação já ter sido divulgada, James ainda não comunicou quando lançará a versão final do seu aplicativo. Pode ser que até que isso aconteça a própria Canonical resolva contribuir e potencializar o software para ser utilizado de forma oficial em seu sistema operacional.

Por Guilherme Marcon


Ao contrário do Brasil, que acabou de sediar um dos maiores eventos mundiais de software livre, e conta com uma infinidade de entusiastas do Linux, especialmente do Ubuntu, a Europa parece não dar a mínima para o pinguim e o sistema criado por Linus Torvalds.

Pelo menos é o que a Dell dá à entender. Por lá, a empresa não vai mais vender seus notebooks Latitude, Precision e Vostro, e os desktop OptiPlex com o Ubuntu pré-instalado. Pelo menos não pela venda online. A mudança, segundo a Dell, ocorreu porque os clientes não tem interesse no sistema open source.

Segundo a empresa, o Linux é mais indicado para usuários avançados. No entanto, a decisão não é permanente e a Dell pode voltar atrás à qualquer momento.

O estranho é que no site europeu da empresa há um aviso dizendo que se você não é programador não há motivo para usar o Linux.

Por Maximiliano da Rosa





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