No início do mês de outubro, a Apple lançou uma nova versão do seu MacBook Pro, que veio em homenagem a Steve Jobs, pois seu falecimento ocorreu há um ano.

A versão limitada do MacBook Pro é toda feita na cor preta e foi colocada no símbolo da Apple a silhueta de Steve Jobs. Por ser uma versão limitadíssima, somente três unidades do ultrabook foram confeccionadas. As três foram desenvolvidas pelo designer Jonathan Mak, que assina cada unidade. Além da assinatura do designer, os três modelos limitados possuem certificados de autenticidade numerado, localizados na parte inferior do produto.

As características dessa versão em homenagem ao fundador da Apple são: memória RAM de 16 GB, capacidade de armazenamento interno de 750 GB, processador com 2.7 GHz e tela com tecnologia Retina Display. As três unidades produzidas dessa versão limitada nem serão enviadas às lojas e todo o valor da venda será doado para organizações do Terceiro Setor escolhidas pela Maçã.

A princípio os três MacBooks Pro serão vendidos na Europa, mas qualquer comprador de qualquer local do mundo pode adquiri-los. O valor é bastante alto, sendo de 9.500 euros, o equivalente a mais ou menos R$ 25.100.

Por Guilherme Marcon


Mais uma empresa desafia a Apple. Desta vez foi a HP, ao lançar o Slate, seu novo tablet PC. O equipamento é mais um na briga acirrada no mercado entre este tipo de aparelho. Parece que 2010 será o ano deles.

O grande atrativo do Slate será justamente os recursos que não serão encontrados no iPad, atualmente o tablet mais aguardado do ano. Enquanto Steve Jobs afirma que o flash não é essencial para seu aparelho, empresas como a HP apostam no lado oposto, devido à parceria com a Adobe.

Graças ao flash a maioria dos sites da internet ganha movimento. É muito difícil imaginar as páginas hoje em dia sem pelo menos uma pitada desse recurso multimídia. Com isso, e aliada à capacidade de navegar na internet, a HP espera abocanhar pelo menos uma fatia do bolo da Apple, que promete liderar as vendas. Está aí uma briga que promete.

Por Maximiliano da Rosa





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