Junto do lançamento das novas placas-mãe chamadas de P8Z77-V, P8Z77-V Pro e P8Z77-V Deluxe, a ASUS também lançou o Sabertooth Z77, que possui diversas funções como USB Charger+, SMART DIGI+, USB 3.0 Boost, USB BIOS Flashback e Vitu MVP, presentes nessas placas-mãe.

Somado aos componentes feitos a partir de uma liga metálica especial, o Sabertooth possui resistência a choques mecânicos, elétricos e térmicos. E, além disso, não sofre com problemas de exposição a ambientes com alto nível de salinidade, o que o torna ideal para pessoas que residem em áreas litorâneas.

Uma das funcionalidades mais interessantes é o Fan Overtime, que é uma ferramenta que mantém os ventiladores do notebook ou PCU ligados por um tempo, mesmo após o aparelho ser desligado. O que proporciona um melhor resfriamento dos componentes, além de a sua vida útil ser expandida.

Em questão de acúmulo de poeira, a ASUS disponibilizou um sistema chamado de Dust Defender, que protegerá as partes críticas do aparelho, como os slots, que são extremamente sensíveis à sujeira. E, por fim, ao longo das placas-mãe há pequenos orifícios que auxiliam na refrigeração da parte traseira do Sabertooth Z77, diminuindo o seu nível de aquecimento.

O Sabertooth Z77 já pode ser adquirido no mercado brasileiro e custa cerca de R$ 950.

Por Guilherme Marcon


Aproveitando o lançamento dos novos chipsets da Intel, o H77 e o Z77, os fabricantes de placas-mãe começaram a produzir suas placas para o Ivy Bridge. Sendo assim, foram analisadas as configurações dos chips controladores dos modelos da Gigabyte, Asus, MSI, Biostar, Asrock e ECS pelo site AnandTech.

Os nomes dos chips já proporcionam uma análise das suas configurações. São eles o Z77, Z75 e o H77, e os chipsets que iniciam com a letra Z indicam que será possível fazer o overclock no Ivy Bridge. Já o número 77 significa que é um modelo que suporta a tecnologia destinada a sistemas híbridos com SSDs e HDs da Intel, chamada cacheamento inteligente.

A maior novidade para os usuários comuns é que todos os modelos possuem suporte nativo para o USB 3.0, pois até então as placas de processadores Intel necessitavam de um controlador específico para que fossem disponibilizadas portas USB da terceira geração.

Outra configuração descoberta com base nos chipsets é que as placas-mãe também suportarão o PCle 3.0, que são 16 linhas capazes de aumentar o desempenho dos periféricos, principalmente as placas de vídeo. Além disso, os novos chips são compatíveis com processadores mais antigos, como Sandy Bridge.

Alguns dos novos modelos das placas-mãe contendo chipsets do processador Ivy Bridge já estão disponíveis para compra.

Por Guilherme Marcon





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