Saiba aqui como descobrir a senha da Internet que você está usando no PC ou Celular.

Ao contrário do que muitas pessoas costumam pensar, é possível descobrir a senha do Wi-Fi que estamos usando tanto via PC quanto por meio do celular.

Quem usa um computador com o sistema operacional Windows tem um trunfo extra: o SO armazena as senhas das redes W-Fi nas quais o computador já foi conectado.

A principal finalidade desse recurso é tornar mais prática a vida do usuário no caso de futuras conexões, pois não será preciso que nenhum código de segurança seja digitado novamente naquele aparelho em específico.

Entretanto, toda essa facilidade faz com o usuário esqueça facilmente a senha no futuro, especialmente se ela for difícil de lembrar.

De qualquer forma, há uma maneira muito simples para descobrir a senha do Wi-Fi sem precisar restituir as configurações de fábrica do roteador.

O passo a passo a seguir mostra como você pode descobrir a senha de uma rede por meio do computador. Aliás, esse processo foi feito no Windows 10, mas as dicas podem funcionar com Windows 7 e Windows 8. Confira!

Primeiro passo: Com o botão direito do mouse dê um clique no ícone do Wi-Fi e em seguida na opção "Abrir Central de Rede e Compartilhamento". Ele está localizado na parte inferior direita de seu computador.

Segundo passo: Dê um clique na opção “Alterar configurações do adaptador” situado do lado esquerdo do monitor.

Terceiro passo: Aqui basta que o usuário dê um clique com o botão direito do mouse sobre o ícone do adaptador de rede e no menu que surgir clicar sobre a opção “Status”.

Quarto passo: Dê um clique na opção “Propriedades de Conexão Sem Fio”. Depois, basta apenas acessar a aba “Segurança” e selecionar a caixa “Mostrar Caracteres”.

Pronto! Seguindo somente esses passos simples já é possível você descobrir qual é a senha da rede Wi-Fi na qual seu computador está conectado.

Pelo Celular

Saber a senha pelo celular é um processo um pouco mais chato, até porque não é possível fazer isso de forma direta. Aqui vamos citar um dos modos mais práticos: usando o aplicativo LastPass. Acompanhe!

Primeiro passo: baixe e instale esse app em seu celular.

Segundo passo: Acesse o menu lateral e dê um toque na opção “Notas seguras” para que uma lista com todas as redes que já foram usadas no aparelho sejam listadas.

Terceiro passo: acesse qualquer uma das redes disponíveis para obter mais detalhes sobre elas. Na sequência, basta apenas tocar no ícone de olho situado ao lado da opção “Senha” para poder ver aquela que é específica da rede.

Viu? Tanto no PC quanto pelo celular os processos são relativamente simples. Vale a pena dar uma olhada e testar, assim você já estará por dentro de tudo quando precisar descobrir a senha de sua rede Wi-Fi.

Dicas para manter sua internet segura

Além de cuidar de seu equipamento, algumas dicas simples e básicas podem ajudá-lo a aumentar o nível de segurança de sua internet.

A primeira e mais simples de todas é simplesmente atualizar a senha de seu roteador. O motivo é claro: normalmente esses aparelhos já saem de fábrica com uma senha padrão (simples até demais), que são de conhecimento de muitos espertinhos no mundo digital.

Em outras palavras, manter a senha padrão do roteador seria o mesmo que dar a chave de seu carro para que o criminoso entre e leve o veículo sem nenhum tipo de empecilho.

Outro ponto que você deve cuidar de tempos em tempos é conferir se o firmware de seu dispositivo está devidamente atualizado. Além disso, nada de sair divulgando a senha de sua rede Wi-Fi ou seu endereço de IP para pessoas que não sejam de muita confiança ou simplesmente conhecidas (incluindo os amigos).

Basta ficar atento para evitar muitas dores de cabeça!

Por Denisson Soares


Confira dicas de como criar senhas seguras e de como não ter problemas com elas.

Muitas pessoas sofrem com o assunto “senha”. Hoje em dia é muito necessário ter senha para acessar diversas coisas como:

– Internet Bank;

– E-mail;

– Redes sociais;

– Aplicativos;

– Acessos a sites em geral.

E como a segurança dos nossos dados pessoais são muito importantes, até mesmo para evitar algum tipo de crime, o ideal fazer as escolhas das senhas corretamente. Isso pode parecer muito fácil para algumas pessoas, mas nem todo mundo acha isso tão simples assim. Alguns erros em fazer senhas podem causar problemas sérios também, por isso é bom seguir as dicas dadas aqui nesse texto.

Dicas para quem tem a mente esquecida

Algumas pessoas simplesmente esquecem das senhas que fazem para alguns acessos importantes. Para esse tipo de pessoa a dica é apenas uma: Use uma senha para a mesma coisa e ela tem que ser uma coisa extremamente importante na sua vida. Não use data do próprio aniversário ou de pessoas ligadas a você. Mas pode ser a data de um acontecimento especial que ninguém saiba, como o dia que conheceu o seu primeiro amor ou algo do tipo. Dessa forma você não esquece e também não corre o risco de pessoas enxeridas descobrirem também. Essa dica é ótima para senhas de redes sociais.

Use senhas mais compridas

Outra forma de criar senhas mais seguras para acessos importantes é com senhas mais compridas. Muitas pessoas preferem as senhas curtas que são as mais fáceis de serem descobertas. O ideal é escolher uma senha maior, pois assim a segurança da mesma fica maior.

Guarde as senhas na nuvem e fique seguro

Outro erro muito comum de algumas pessoas, é o costume de anotar senhas secretas em papeis, cadernos ou no bloco de notas do celular ou computador. Essa é uma atitude muitos arriscada, pois qualquer pessoa que já tem maldade para isso pode descobrir. A melhor forma de guardar a senha sem ter risco é usando a nuvem. E mesmo assim evite guardar senha de banco nesse local, faça isso apenas com as senhas de rede social e E-mails.

Use senhas com letras e números

Alguns sites já exigem em seu cadastro a senha que tenha letras e números. Essa é uma forma muito prática de manter sua senha ainda mais segura e difícil de ser descoberta. Evite usar informações que outras pessoas saibam. Escolha algo extremamente pessoal e que ninguém saiba.

Troque sua senha a cada 2 meses

Essa é uma prática que poucas pessoas fazem. Pois bate preguiça e acomodação. Mas as senhas devem ser trocadas de tempos em tempos, justamente para dificultar o roubo das mesmas. Porém, esse costume deve ser evitado por pessoas que se esquecem com facilidade. Ela não deve ser usada em redes sociais, pois isso pode pôr em risco a sua conta e ela pode ser bloqueada.

Escolha armazenar as senhas em um único aplicativo com nuvem

Para quem quiser armazenar as senhas em aplicativos de gerenciamento de senha em nuvem, a dica é suar apenas um aplicativo. Evite usar vários ao mesmo tempo. Pois o risco de perder esses acessos é muito grande e consequentemente o problema será também.

Evite exagerar nos caracteres

Uma das dicas mais importantes na hora de elaborar uma senha, é o uso de caracteres. Mas para que o tiro não saia pela culatra, é preciso não exagerar na quantidade usada, pois o risco de esquecer a senha é muito grande. Se souber usar da maneira certa, o caractere pode deixar uma senha muito secreta.

Como vimos nesse artigo, ter senhas é uma coisa indispensável hoje em dia. Por isso, é importante usar uma forma simples de fazer a mesma e ter esses dados guardados em local seguro, de preferência na mente.

Por Cristiane Amaral

Senha internet


Confira o que fazer para melhorar o sinal do seu Wi-Fi.

Em um mundo totalmente interligado, onde a maioria das pessoas parece estar conectada de alguma forma, ficar sem internet é, com toda a certeza, um enorme pesadelo. Principalmente para aqueles que estão acostumados a mexer na internet constantemente.

Com a evolução dos aparelhos celulares, superando inclusive os PCs tradicionais, esta distância diminuiu ainda mais, abrindo portas para que qualquer pessoa se conecte a internet, de qualquer lugar, a qualquer hora. As próprias operadoras de telefonia vêm trabalhando fortemente para popularizar suas redes e fornecer o serviço para os usuários de smartphones.

Se antes era preciso uma “paciência de Jó” para poder acessar a internet, utilizar os computadores ou notebooks, atualmente basta um simples clique para descobrir todas as redes de WI-FI disponíveis onde você está. A verdade é que está ficando cada vez mais fácil manter-se conectado.

Além das operadoras de celular estarem trabalhando para facilitar a vida dos seus clientes, ainda existe uma infinidade de empresas dentro do mercado, todas elas fornecendo a instalação de franquias de internet dentro de casa, no trabalho, em shoppings e outros lugares públicos. O certo, é que nunca foi tão fácil entrar na internet.

Neste contexto, a rede de Wi-Fi, serviço fornecido através da instalação de internet por uma empresa, onde o sinal é distribuído através de um aparelho, conectado a linha de transmissão da empresa e tem como função repetir o sinal recebido para os aparelhos móveis. O problema é quando esta transmissão possui algum problema ou não transmite o sinal corretamente.

Para tentar ajudá-lo a resolver o problema, elaboramos algumas dicas que poderão auxiliar na melhora do desempenho na hora de utilizar a rede Wi-Fi.

A seguir, 5 dicas para melhorar o Wi-Fi:

1. Confira o seu plano de internet

O primeiro cuidado a ser tomado é procurar saber se a sua franquia de internet atende as suas necessidades. Antes de contratar é indispensável se informar quanto à velocidade do seu pacote e o seu limite de utilização. Lembrando que para cada tipo de atividade é necessário um pacote de internet diferente.

Portanto, é importante responder algumas questões como: a internet será utilizada na empresa ou em casa? Caso seja corporativa, que tipos de atividades serão realizadas? Para a internet caseira, será utilizada apenas para acesso comum a web ou o cliente deseja assistir filmes, entrar em salas de jogos virtuais, dentre outras atividades que demandam a contratação de uma franquia melhor?

Responder estas questões é primordial no ato da contratação, pois ajudará a resolver problemas futuros. Infelizmente, muitos contratam planos sem observar estes fatores e depois acabam tendo problemas na transmissão, visto que utilizou toda a sua franquia.

2. Cuidados com o Roteador

Como dito acima, o aparelho responsável por retransmitir o sinal recebido da empresa é o roteador. Para que você tenha a certeza quanto ao sinal, procure saber qual a distância máxima que o seu aparelho suporta enviar o sinal. Em ambientes muito grandes pode ser necessário utilizar um roteador mais potente ou instalar um repetidor de sinal.

Também é imprescindível manter o aparelho atualizado. Quanto mais novo o roteador, melhor o seu desempenho. Checar qual aparelho se adéqua melhor ao ambiente é fundamental. Outro cuidado é conferir qual a frequência do roteador antes de comprá-lo. Quanto menor a frequência, pior o sinal.

3. Em caso de lentidão, reinicie o aparelho

Você está utilizando a internet normalmente, seu aparelho até então funcionava muito bem, mas, de repente, o sinal começa a ficar fraco, o acesso se torna cada vez mais lento e você não consegue identificar o porquê. Uma atitude simples como desligar o roteador por 10’ e religá-lo em seguida pode resolver tudo.

Aliás, esta é uma etapa muito utilizada pelas empresas de telefonia quando os clientes ligam fazendo reclamação por falta ou lentidão de sinal do Wi-Fi. Parece simples, mas ajuda bastante.

4. Cuidados com a Segurança

Assim como você, milhões de pessoas estão à procura de uma rede Wi-Fi neste exato momento. Não sei se já reparou, mas quando se coloca para pesquisar a rede disponível, aprece uma lista centenas de nomes. A maioria está protegida por senha. Entretanto, até o mais leigo pode baixar um aplicativo para tentar descobrir qual a senha do seu Wi-Fi.

Uma das formas de minimizar este problema é tornando a sua rede oculta. Desta forma, quando as pessoas procurarem por algum sinal, a sua linha de transmissão não será relacionada. É claro que existem programas voltados para descobrir redes ocultas, todavia esta incidência é menor.

5. Velha e boa dica caseira

Ao realizar todas as etapas e a sua internet continua lenta, apele para uma solução mais amadora, mas que muitas pessoas utilizam e dizem dar certo. Embora não tenha nenhuma comprovação técnica em relação a isto. Coloque um alumínio atrás do roteador, os “especialistas amadores” garantem que esta é uma das melhores opções para melhor o sinal do Wi-Fi.

Por Juanito Carvalho

Wi-Fi


App promete converter extensões já existente para Chrome em outros compatíveis com o Microsoft Edge.

Praticamente no mês de março deste ano uma notícia tomou conta da mídia especializada. O fato em questão noticiado é a possibilidade de fazer com que as extensões do Chrome possam se tornar compatíveis com o atual Edge, o mais recente navegador da Microsoft. Depois disso, o tempo foi passando e nada de surgir algo novo a respeito. Um silêncio absoluto.

Sendo que nesse período os únicos privilegiados eram os usuários do programa Insider, que possuíam a liberdade de fazer uso das tais extensões no Edge. Só que a coisa mudou um pouco com a chegada do período em que será feita a atualização comemorativa de aniversário do Windows 10.

A função já foi colocada a disposição de todos e tem mais: Com a chegada de um aplicativo na Windows Store dá a entender de que a companhia pretende deixar mais fácil o transporte das extensões do Chrome para o seu próprio navegador.

Mas o que isso tudo significa?

Bom, o tal aplicativo foi chamado de "Microsoft Edge Extension Toolkit" e de acordo com as informações constantes em sua descrição, ele basicamente é um kit constituído de ferramentas que permitem que os desenvolvedores interessados possam converter alguma extensão presente no Google Chrome para que estejam aptas a rodarem no Microsoft Edge. Isso está previsto para a atualização de aniversário do Windows 10. Ainda segundo a companhia, a ferramenta possibilita a criação de entradas de manifestos JSON necessárias, bem como das pontes para o Chrome.

Ao que aparece o app ainda está fase de testes, uma vez que a Microsoft não se manifestou oficialmente a respeito do assunto. Mas pelo que foi visto até agora, tudo já está perfeitamente em estado “funcional”. Sendo assim, possivelmente podemos encontrar novas extensões que podem estar disponíveis a qualquer momento.

Se você se interessou por esse tema no final desta matéria, disponibilizamos um link para que você possa baixar o app.

De qualquer forma, até agora quem usa o Edge já conta com as atualizações de “aniversário” do Windows 10. Bom, talvez o mais interessante e importante para o público em geral é que a AdBlock já pode ser baixada bem como o Evernote Web Clipper, Office Online, Amazon Assistant e o LastPass.

O link para o download direto da Microsoft é o seguinte: Download do Microsoft Edge Extension Toolkit.

Por Denisson Soares


Cerca de 3,9 bilhões de pessoas do planeta não possuem acesso à internet.

Mesmo com tantos avanços tecnológicos que permitiram que fosse possível reduzir os custos de acesso à Internet, um estudo divulgado recentemente pela União Internacional de Telecomunicações (UIT) aponta para o fato de que mais da metade da população do planeta ainda não tem acesso à Internet. Em números seria algo em torno de 3,9 bilhões de pessoas.

No que diz respeito à diminuição dos preços, a pesquisa revelou que os serviços de internet, desde o ano de 2013, tem sofrido uma queda nos valores e continuaram firmes com o objetivo de oferecerem uma internet mais acessível até o final do ano passado. O estudo destaca que quanto mais desenvolvido é o país, mais rápida é a internet quando comparado com os países que ainda estão em processo de desenvolvimento. Nestes últimos o valor da internet é praticamente o dobro.

Com base no levantamento realizado a maior fatia da população (mundial) que ainda não possui conexão com a internet – cerca de 2,5 bilhões de pessoas – vivem em países em desenvolvimento. Entre estes países e os países desenvolvidos as diferenças são significativas principalmente no ponto de disponibilização do acesso. Em países desenvolvidos essa integração chega a 81%. Já naqueles que estão em desenvolvimento foi verificado uma queda para 40% e os menos desenvolvidos ainda caem mais15%.

De qualquer maneira o que se tem esperado nesse tema é que até o final de 2016, a banda larga consiga atingir 12 entre 100 habitantes no mundo. Seguindo o padrão nessa tendência os países mais desenvolvidos apresentariam um percentual no final do ano de 30,1% em relação ao número de habitantes com assinaturas de banda larga fixa. Ao menos essa é a expectativa da UIT. A título de curiosidade esse número representaria mais do que o triplo do que seria apresentado nos países que ainda estão em desenvolvimento.

Na China, por exemplo, o crescimento no acesso se dá devido ao avanço da Internet de banda larga que vem ocorrendo na região Ásia-Pacifico. A estimativa é que até o final de 2016 haja mais de 10% de assinaturas, por outro lado, a África e países menos desenvolvidos da região deverão permanecer abaixo de 1%.

A internet móvel se posiciona melhor nessa questão toda. Cerca de 95% da população mundial se encontra em áreas cobertas por redes para celular. Deles 84% contam com acesso à internet móvel. Já a rede LTE abrange 4 bilhões de pessoas, mais da metade da população mundial.

Por Denisson Soares

Acesso à internet


Estudo foi realizado pela Microsoft e levou em consideração diversos fatores.

Você utiliza o seu notebook e a bateria dura pouco ou menos do que deveria durar? E você se pergunta o porquê disso? Pois bem, de acordo com testes realizados pela Microsoft, o navegador mais popular do mundo, o Google Chrome, pode ser um dos grandes causadores do excessivo consumo de bateria do aparelho.

A realização das provas foram feitos em quatro unidades de Surface Book, da Microsoft, além do Chrome, Edge, Opera e Firefox, como forma de medir o consumo de energia destes que são os principais navegadores existentes no mercado. O primeiro foi realizado em um laboratório controlado, onde foi medido o comportamento de cada navegador enquando o usuário acessava sites frequentemente usados por pessoas na internet. O segundo teste, um pouco mais complexo que este, mediu o tempo que cada navegador aguentava enquanto fazia streaming de vídeos em HD.

Em 4h19 a bateria do notebook utilizando o Chrome terminou. Em segundo lugar, o Firefox desempenhou um tempo um pouco melhor, terminando após 5h09. Na sequência ficaram: Opera, com 6h18 de bateria; E O Edge, o grande campeão, com 7h22 de duração, totalizando em porcentagem 70% a mais que o Chrome, 43% superior ao Firefox e 17% em relação ao Opera.

Para a análise do teste, a Microsoft disponibilizou um gráfico com o consumo médio da energia que foi utilizada pelos três principais navegadores do mercado. Para sua análise, é preciso levar em conta que quanto menor o número, mais eficiente o produto. Sendo assim, a Edge liderou novamente em relação ao Firefox e Chrome.

Apesar dos dados mostrarem o fraco desempenho do Chrome, muitos devem se perguntar o motivo da realização dos testes, uma vez que o navegador tem sido usado em todo mundo, se tornando o queridinho das pessoas. O fato é que o Microsoft tem tentando colocar no mercado o seu produto, o Edge, uma vez que o Internet Explorer já não corresponde mais às expectativas de seus usuários. Sendo assim, a comparação foi a maneira encontrada de mostrar o quão excelente é o navegador da organização, caso seu problema seja relacionado à duração da bateria. Quem quiser, pode acessar o relatório completo do teste, em inglês, clicando aqui e entendendo melhor sobre ele.

Kellen Kunz


A ideia é fazer com que as pessoas fiquem mais tempo no site e que ele se pareça cada vez mais com uma rede social

Os Youtubers e usuários geralmente se socializam no Youtube todos os dias em seus vídeos através dos comentários. Porém, esse recurso ainda não é visto como o melhor meio por esses grupos. Agora, o site do Google visa melhorar a comunicação com a inserção de um recurso que possibilita a troca de mensagens entre os participantes do Youtube.

Desta maneira, o site de compartilhamento de vídeos começou os testes da ferramenta que vai deixar com que seja possível conversar, enviar fotos e também vídeos. Os primeiros usuários foram contemplados com o que o Youtube chama de compartilhamento nativo. Com isso, eles poderão repassar para os amigos esse novo recurso.

O intuito do Google com isso é disponibilizar para os usuários uma maior interação entre os mesmos. Isso também vai deixar com que o Youtube fique com um estilo mais parecido com uma rede social. Como a comunicação ficará mais facilitada com o novo recurso, os usuários deverão passar mais tempo dentro do site.

O compartilhamento nativo chega para que o Google deixe os comentários de uma maneira mais organizada. Parece mesmo que essa será a nova empreitada da gigante da internet frente as demais redes sociais que também tem os vídeos como especialidade.

Segundo dados do Youtube, o usuário fica em média 40 minutos dentro do site. Ele tem o seu maior alcance na faixa etária que vai dos 18 anos até os 49 anos, apenas tendo com base dados de dispositivos móveis.

Outro dado importante é uma receita maior que o Youtube visa, e vai ter, quando os seus usuários começam a trocar mensagens e ver os vídeos. Isso significa que os mesmos ficarão um tempo maior no site e os patrocinadores devem apresentar um maior interesse em termos de investimento.

Sem pular anúncios:

No final do mês passado, o Youtube divulgou que o seu site começa a ter um novo formato para a publicidade dos vídeos. Com isso, as propagandas terão até seis segundos, mas não poderão ser puladas pelos usuários.

O objetivo do site de compartilhamento de vídeos é deixar as publicidades adaptadas frente aos consumidores do conteúdo por meio de celulares, sendo que esse público, geralmente, assistem propagandas quando são de curto período.

OSCAR ARIEL COLAÇO


Softwares bloqueiam anúncios, mas empresas já analisam meios de contornar a situação

Recentemente, o navegador Opera fez a adição de um bloqueio para anúncios nativo frente a uma edição para desenvolvedores do browser. Porém, esse recurso agora já pode ser utilizado de maneira geral. Isso auxilia para que as páginas sejam carregadas de uma maneira mais rápida. Por outro lado, os sites em questão não terão os ganhos de publicidade que teriam normalmente.

Esse recurso de bloqueio de anúncios se encontra disponível para o navegador de PC e também para a versão do browser para aparelhos com o sistema Android. Utilizando esse recurso você, além de deixar a velocidade de carregamento da página mais rápida, ajuda também para que sejam eliminados dados que necessitam ser baixados pelos internautas de smartphones para que o site seja visualizado.

Segundo comentários de um porta-voz do Opera, os usuários podem esperar que essa versão geral tenha a mesma performance que tem a build feita para os desenvolvedores. Isso quer dizer: as páginas são carregadas com até 90% mais velocidade em comparação quando os anúncios estão habilitados.

Dados do Opera também dão conta que o bloqueio nativo dos anúncios fez com que o navegador se apresentasse até 45% mais veloz do que a versão estável do navegador Google Chrome com o AdBlock Plus integrado ao browser.

Por outro lado, as editoras devem andar para outros meios para que o dinheiro seja levantado. Isso pode incluir, por exemplo, que seja impossível que uma página seja carregada se a mesma possuir um ad block habilitado. É bom você saber que são os anúncios que deixam as páginas preferidas dos internautas ativas. Com isso, o melhor caminho para que elas ainda caminhem bem é não utilizar o ad block.

Google pede cordialmente que internautas parem de usar ad block.

Você instala o Ad Block em seu Google Chrome e pensa que não terá mais anúncios. Porém, a empresa pode fazer com que você receba um pedido para que deixe de utilizar esse recurso e volte a observar os anúncios.

A maneira como o Google pede é bem cordial e, quando você aceita, o ad block vai adicionar uma gama de sites como exceções. O grande problema dos anúncios é deixar os sites poluídos e bem mais pesados (lentos). O ad block no Chrome conta com mais de 15 milhões de usuários que fazem uso do recurso.

Ainda não se sabe se esse pedido do Google é um recurso que vai ser adotado para todos seus usuários ou apenas um teste, por enquanto.

OSCAR ARIEL COLAÇO


Relatório State of the Internet mostrou que a media global de velocidade da internet é de 5Mbps, porém a média do Brasil ficou em 3,6Mbps.

O site Exame.com teve acesso a um relatório trimestral da Akamai, que mostra dados das velocidades médias da internet em diversos países. O relatório é chamado de State of the Internet e mostra que a média global de velocidade da internet é de 5Mbps.

A notícia ruim é que a média do Brasil é de 3,6Mbps, o que lhe dá a 90º posição no ranking mundial e representa um índice de 28% abaixo da média mundial – houve uma melhora na nossa média global – ano passado foi de 2,9Mbps. Nossos vizinhos Argentina e Uruguai têm surpreendentes 4,7Mbps e 5,9Mbps, respectivamente.

A Akamai considera internet “banda larga” 25 Mbps, isso significa que, em um primeiro momento, nenhum país oferece banda larga até o momento, quem chega bem perto é a Coreia do Sul, com 23,1 Mbps.

Mas, considerando os picos de velocidade, o Brasil subiu no ranking, de 82º para 80º lugar. No ano passado eram registrados 20Mbps e neste ano, no mesmo período, registrou-se 27Mbps. O maior pico ficou com o Uruguai, com 47,7Mbps e a 33ª colocação. Em picos de velocidade a média mundial é de 32,5 Mbps.

Como se chegou a esses dados:

O estudo tomou como base os dispositivos que são responsáveis por 30% do fluxo mundial e que se conectaram a 140 mil servidores da Akamai, em 242 países. É importante observar que não foram consideradas as conexões móveis.

Quais são os países com as melhores médias?

Os três primeiros lugares ficam cm Coreia do Sul, Hong Kong e Japão, com  23,1 Mbps, 17 Mbps e 16,4 Mbps,  respectivamente.

Os três países vêm seguidos por  Suécia  com 16,1 Mbps, Suíça com 15,6 Mbps,  Países Baixos  com 15,6 Mbps, Noruega com 14,3 Mbps, Letônia com  14,2 Mbps, Finlândia com 14  e República Tcheca com  13,9 Mbps.

Sobre a Akamai:

A Akamai é uma empresa de internet americana, com sede em Cambridge. Tem entre seus serviços o armazenamento de imagens e vídeos e atende sites de grande porte como Facebook, Netflix e outros. É também monitora global de tráfego de dados e distribui tecnologias para videos em streaming.

Por Elia Macedo

Internet


Tem alguns momentos que parece que a internet está mais lenta que o normal e muitas vezes deixando o usuário impossibilitado de usar a sua rede por completa. Contudo, existem algumas dicas que podem mudar essa situação e deixar a internet mais veloz. Para fazer isso, alguns programas fazem esse trabalho e prometem melhorar a velocidade da conexão.

Primeiramente, o usuário precisa fazer um teste para saber se a internet está normal ou lenta, para saber como anda a conexão, o internauta pode fazer uma avaliação aqui http://www.speedtest.net/. Acontece é que com o tempo a navegação vai ficando comprometida por causa de arquivos temporários que o próprio computador vai salvando e não descarta, forçando o próprio usuário a fazer isso manualmente.

Para fazer esta limpeza, o internauta pode acessar as configurações do navegador e jogar no lixo endereços da web que foram visitados (que se encontra no “Histórico”) e até mesmo o cache que guarda diversas informações que aceleram momentaneamente o carregamento das páginas. O programa mais conhecido para realizar este trabalho é o CCleaner.

Caso o usuário perceba pelo teste que sua internet está abaixo do previsto, ele pode baixar os programas Netspeeder e o Download Accelerator Plus que melhoram a conexão. O que acontece é que a navegação pode estar recebendo instabilidades, que podem ser contornadas por esses programas citados. Esses aplicativos fazem pequenas alterações no navegador, como compressão de imagens e do código HTML das páginas.

Alguns internautas têm mais problemas com a visualização de vídeos. Para isso, os programas Speedbit Video Accelerator e Bywifi Video Streaming Downloader atuam como auxiliares no carregamento de vídeos.

Caso os downloads sejam os causadores da lentidão da internet, existem os softwares Orbit Downloader e o Download Accelerator Plus que funcionam como divisores de arquivo em diversas partes, o que pode ajudar a aumentar a velocidade dos downloads.

Depois desses procedimentos, o usuário pode voltar no medidor de velocidade de internet e avaliar se houve uma melhora da conexão. Lembrando que o internauta precisa incluir nesse parâmetro a rotina de uso, velocidade real de conexão e o hardware da máquina.

Por Carolina Miranda

Foto: divulgação


Muitas pessoas ainda têm dúvidas se a nossa privacidade é mesmo mantida na internet e nas redes sociais. No caso do Facebook, por ser uma página visada e com exigências de cumprir acordos, ela é obrigada a manter a privacidade de seus usuários. Isso porque a Federal Trade Comission (FTC), agência do governo americano que fiscaliza a área do mercado, enunciou uma nota oficial à maior rede social do mundo dizendo que o Facebook tem o compromisso de usar os dados dos usuários de forma correta e dar privacidade a eles.

Como se sabe, o Facebook já prometeu guardar os dados de seus usuários e resguardar a segurança deles e, para reafirmar o compromisso a agência americana enviou o documento à rede social esta semana. O comunicado, que tem quatro páginas, está acessível na página online oficial da agência. A diretora da divisão de proteção ao consumidor da FTC, Jessica Rich, oficializa ao Facebook que as regras de proteção ao usuário devem ser cumpridas. Rich encaminha a carta diretamente à diretora de privacidade da rede, Erin Egan e, como não poderia ser diferente, envia à conselheira geral do WhatsApp, Anne Hoge, aplicativo de mensagens que foi incorporada ao grupo Facebook.

Em uma parte da nota oficial, a diretora da agência americana diz que “O WhatsApp fez várias promessas sobre a natureza de dados que coleta, guarda e compartilha. Todas elas são mais restritivas do que as usadas pelo Facebook. Queremos tornar claro que é importante que, independente da aquisição, o WhatsApp siga honrando suas promessas aos consumidores”.

O comunicado tem o objetivo de reiterar a promessa que as duas empresas fizeram de resguardar a privacidade de seus usuários. A carta inclui várias declarações feitas pelos representantes das companhias WhatsApp e Facebook sobre a questão da segurança e intimidade dos usuários. A FTC quer deixar claro que as empresas terão atenção da agência para que cumpram suas palavras, ainda mais depois do acordo bilionário feito entre as duas organizações.

A nota fecha dizendo: “Centenas de milhões de usuários confiaram informações pessoais ao WhatsApp. A equipe do FTC vai continuar a monitorar as práticas da companhia para garantir que Facebook e WhatsApp honrem as promessas que fizeram aos usuários”.

Por Carolina Miranda


Muitos usuários gostariam de usar o leve e simples navegador Google Chrome, mas a sua facilidade de incorporar cookies e outros tipos de invasões preocupam internautas e os mais atentados se afastam do seu uso. Contudo, há outros browsers que tem em sua base a estrutura Chromium, a mesma do Google Chrome, só que com recursos mais personalizados que melhoram a usabilidade e a segurança na hora de acessar a internet.

O CoolNovo Browser oferece um menu com quatro atalhos que facilitam o uso, além de ter comandos de acesso por gestos. Abrir links em novas janelas, dar zoom, limpar histórico e abrir página de downloads são opções rápidas para o internauta. A interface é bem semelhante ao do Chrome e ele possui outras funções extras. O navegador também pode executar abas do Internet Explorer a partir do browser.

O Comodo Dragon tem como principal trabalho fornecer alta segurança ao usuário. O internauta tem opções de privacidade e filtros especializados em certificados SSI. Ele também é bem parecido com o navegador do Google. O Comodo Dragon protege o computador de malware e exclui cookies armazenados.

O SRWare Iron também é voltado para a privacidade e sempre elimina o rastreamento da navegação do usuário. Alguns internautas podem ter problemas durante sua navegação na internet e o browser oferece várias funções para evitar erros. SRWare Iron tem um bloqueador de anúncios e rastreia automaticamente os bugs que aparecem na navegação. A segurança também é um grande diferencial do browser, criando uma identificação única para cada usuário, evitando assim o acesso de terceiros e a privacidade de todos os internautas do navegador.

O Torch Browser tem funções interativas e que conectam com facilidade as redes sociais, sites de vídeos e download de conteúdo. O navegador compartilha mídias de páginas da Internet diretamente na rede social Facebook, além de baixar vídeos que o usuário quiser pelo YouTube. Também tem uma interface parecida com o Chrome, capaz de reproduzir vários conteúdos e baixar mídias de torrent.

Por Carolina Miranda


Depois de um longo processo de discussões e desacordos, a Câmara dos Deputados aprovou na terça-feira, dia 25de março, o Marco Civil da Internet. Mas, para muitos, ainda surge a pergunta: o que isso significa afinal? O projeto de lei coloca regras de uso da internet no Brasil, além de estabelecer quais são os direitos e deveres dos usuários e do governo brasileiro.

O Marco ainda não é considerado uma lei, já que precisa ainda de aprovação da outra Casa do Congresso Nacional, o Senado. Se os senadores aprovarem, o projeto vai para sanção ou veto da presidenta Dilma Rousseff e, caso ela aprove, o ato final será a publicação no Diário Oficial da União já como lei.

Contudo, antes de conseguir aprovação na Câmara, o projeto ficou alguns anos sendo discutido, já que muitos dos seus itens são considerados polêmicos. O primeiro ponto e o que causa mais divisão entre os políticos é a questão da neutralidade da rede. Ela fala sobre a segurança de que os dados que circulam possam ser acessados sem distinção de destino, origem, conteúdo ou serviço usado para troca de informações. Os provedores não podem, por exemplo, avaliar ou discriminar o acesso do usuário.

A outra polêmica vem da privacidade. O usuário tem o direito do sigilo, da intimidade e da sua vida privada. A única exceção é o caso quando a pessoa esteja com ordem judicial para que seus dados sejam abertos e verificados.

O Marco Civil da Internet ganhou força para aprovação quando foram descobertas espionagens pelo governo americano às autoridades brasileiras. O texto final saiu sem uma regra muito clara, mas com a exigência de compromissos das empresas internacionais como Google e Facebook. Elas terão que respeitar a lei brasileira relativa a transmissões de rede.

O projeto exige que as informações pessoais dos usuários sejam protegidas na rede. O Marco Civil conseguiu também uma regulamentação dos conteúdos da internet. Ao invés dos provedores escolherem como e quando retirava do ar algum conteúdo, essa determinação ficará à responsabilidade da justiça, podendo ser feito apenas por determinação judicial.

O Marco Civil aprovou as regras de responsabilidade dos provedores. Caso o provedor não retire algum material do ar com determinação judicial, ele será responsabilizado, contudo, essas empresas não serão culpadas civilmente por problemas vindos de conteúdo de usuários.

No texto final das regras para internet, a bancada feminina pediu a inclusão de um artigo que talvez seja o mais importante para o Marco Civil: a divulgação de pornografia na internet sem o consentimento de algum dos participantes. Uma modalidade de crime online em que ex-parceiros publicam imagens não autorizadas de sexo com a vítima – normalmente mulher – na rede. Além da responsabilização dos provedores, caso não haja a retirada de imagens, vídeos ou outros materiais de caráter sexual.

Por Carolina Miranda

Marco Civil da Internet

Foto: Divulgação


Segundo a Associação Brasileira de Telecomunicações, o número de acessos de banda larga no Brasil cresceu consideravelmente e já chegou à marca de 114 milhões em agosto desse ano, com um índice de 41% a mais de crescimento em relação ao mesmo período do ano anterior.

Os acessos via 3G e 4G alcançaram um total de 92,2 milhões também em agosto, com quase 50% de crescimento também em relação a agosto de 2012.

Ainda segundo a associação, 78,2 milhões de acessos partem de dispositivos móveis (incluindo celulares e smartphones) e 15 milhões são de terminais de acesso (como modems de operadoras e chips de conexão máquina-máquina).

A grande responsável pela melhora desses números foi a expansão das redes de 3G e a criação das redes 4G, que é uma tecnologia relativamente recente. Essa tecnologia permite uma velocidade de conexão até 10 vezes mais rápida que o 3G convencional e já conta com 380 mil acessos. Segundo o informe, a tecnologia já atinge cerca de 59 cidades, número bem maior que a exigência prevista nos editais de liberação.

Embora os resultados sejam promissores, ainda há um caminho muito longo para o país se igualar a outros países da Europa e EUA. A banda larga brasileira é uma das piores do mundo e até países como África e Índia possuem índices melhores relacionados tanto à qualidade quanto à velocidade.

Ebenézer Carvalho


As vendas de tablets continuam subindo no Brasil, mas muitos clientes se atentam apenas ao valor do produto sem se preocupar com as diferenças sobre as configurações.

Não é só a memória do aparelho que conta. Quem pretende usar a internet também precisa se atentar aos tipos de conexão.

Os tablets mais baratos se conectam à internet apenas via Wi-Fi, para poder conectar será necessário estar em ambiente com rede.

Quem é cliente de operadoras de telefonia móvel e quer usar o pacote de dados no tablet precisa comprar aparelhos com conexão 3G, porém, não são todos os modelos que vêm com este tipo de acesso.

Uma recente pesquisa da GFK Consultoria comenta que aparelhos com conexão 3G custam em média R$ 350 a mais que os modelos que só conectam via Wi-Fi.

Para se ter uma ideia, o iPad 4 com acesso 3G e Wi-Fi custa R$ 2.100,00, o modelo com apenas Wi-Fi custa R$ 1.750,00.

A diferença de preço na produção do aparelho é o que faz com que os modelos mais vendidos no Brasil sejam os com conexão Wi-Fi. Os modelos brasileiros que possuem as duas alternativas de conexão com a internet custam em média R$ 1.400,00, com apenas Wi-Fi o aparelho sai por R$ 620.

Por Leiliane Lopes


Parece que a conexão de internet banda larga no Brasil não está satisfazendo a população em geral.

Interessada em medir a qualidade da conexão de oferecida no Brasil, a Anatel está começando a distribuir o Whitebox. Trata-se de um aparelho capaz de medir a qualidade da transmissão de dados, entregue gratuitamente a cerca de 12 mil voluntários dos mais diferentes perfis espalhados pelo país.

O aparelho não tem mistério nenhum. É um medidor de velocidade, que funciona quando ligado ao aparelho roteador de empresas ou residências, gratuito, de baixo consumo de energia e que não exige nenhum conhecimento especial para ser instalado. Tudo é muito intuitivo.

Quem se dispuser a testar o Whitebox, precisa apenas possuir internet banda larga com roteador, e um computador capaz de rodar o plugin em Java, responsável por medir a velocidade.

O instituto EAQ é o responsável pela distribuição da Whitebox, e é no site da empresa que você pode se cadastrar, informando o interesse em participar dos testes, como voluntário, e preenchendo alguns dados do seu perfil, como cidade e operadora de internet.

A participação é voluntária e não remunerada.

Por Matheus Camargo

Fonte: Gizmodo


Um funcionário anônimo autorizado a falar em nome do Google, confirmou o que alguns especialistas já vislumbram há algum tempo. De acordo com o que o funcionário disse a um repórter do Gizmodo, o Google já não se apoia apenas no mecanismo de busca da internet, porém esse serviço ainda é um dos principais da companhia, ele apenas deixou de ser “O serviço”.

O Google não gosta de se acomodar, e segundo o Business Insider a empresa anunciou que irá melhorar a capacidade de responder a perguntas, em vez de só listar sites relacionados a elas.

O novo movimento já havia sido anunciado no ano passado pelo presidente-executivo da empresa, Larry Page, que informou que a divisão que cuida das buscas deixará de ser chamada de BUSCAS e passará a ser chamada de CONHECIMENTO.

O CEO também já havia informado que missão do Google já não era mais apenas organizar as informações do mundo, e sim levar tecnologia para o futuro.

Para nós que apenas utilizamos o Google como site de buscas, ainda não ficou claro o que a empresa tem em mente, dessa forma o Google continua sendo a grande caixa de conteúdo e informações da web.

Por Guilherme Marcon


A Organização das Nações Unidas (ONU) divulgou nesta quarta-feira (26) que o número de internautas em todo o mundo supera a merca de 2 bilhões. Isso significa que a cada 3 pessoas do mundo, uma tem acesso à rede. A cada ano, esse aumento de internautas ganha mais força: para se ter uma ideia, em 2009 eram apenas 1,86 bilhões.

A marca que só aumenta a importância da internet para os dias de hoje, juntamente com a televisão e o rádio.

As principais causas desse aumento vêm da maior participação dos países em desenvolvimento na rede. Hoje em dia, 57% deles possuem acesso à web, especialmente pelos programas de democratização da internet nas escolas e projetos sociais que envolvem equipamentos digitais.

Por Juliana Dias





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