Saiba aqui as vantagens e desvantagens de cada uma das marcas de impressora.

Quando se trata de tecnologia em relação a impressoras, podemos ver que duas das grandes fabricantes no Brasil oferecem uma grande oferta em relação a modelos e atrativos, mas qual escolher? Existem diversos critérios que você pode utilizar para decidir, levando em consideração as suas necessidades e as características das impressoras.

Se interessou? Então confira a seguir o post que preparamos.

Impressora da HP ou da Epson? Qual é a melhor opção?

Hoje em dia é praticamente indispensável o uso de uma impressora e com as novas tendências tecnológicas, a concorrência está muito acirrada. Assim, as marcas tentam se manter ativas no mercado oferecendo diversas opções e atrativos aos seus clientes, sendo que o forte dessa competitividade nos dias de hoje – devido à crise – está nas comparações de preços.

Com preços bem semelhantes desde seus modelos mais simples até os mais completos, na comparação os modelos HP e Epson, a economia estará a partir das trocas de cartuchos. O modelo da marca Epson possui troca de cartuchos mais barata, porém, o seu manuseio requer um pouco de habilidade por parte do consumidor, que terá que se deslocar quase sempre à uma assistência técnica, caso não consiga efetuar a troca.

Sendo assim, é preciso considerar o custo-benefício nessa questão, já que pode ser que você economize na compra, mas acabe gastando mais no fim das contas, graças a custos acerca de manutenção e idas à assistência. Cabe a você julgar o que sairá mais vantajoso acerca das suas condições, tanto de disponibilidade de tempo e dinheiro para deslocamento quanto da habilidade que tem para lidar com esse tipo de tecnologia.

Como a HP possui cartuchos com preços mais elevados em relação à marca Epson, acaba se sobressaindo, devido a não necessidade desta locomoção do aparelho até alguém especializado.

Caso a pessoa que estiver adquirindo o produto da marca Epson não queira usar cartuchos, uma das opções que a marca dá é adquirindo um modelo de tanque de tinta que possui uma capacidade maior de compactação, ajudando assim na questão da economia em impressões. É preciso ter precaução somente em relação ao nível de tinta, uma vez que a impressora tende a esbanjar no nível de tinta para cada folha que se deseja imprimir. Procure manter esse fator regulado.

Podemos notar que em alguns modelos entre as marcas HP e Epson, quando se trata de relação às cores, a marca Epson possui cores mais vivas. Sendo assim, se sobressai em relação a outros modelos, mas esse fator pode variar dependendo do modelo da impressora. Então se você se preocupa com a estética do aparelho, é bom que você pesquise as opções da Epson, já que elas apresentam mais diversidade.

Para quem usa o modelo também como item de decoração (para combinar um escritório, por exemplo), uma boa opção é uma impressora compacta, que são mais encontradas na marca Epson do que na HP.

Ambas as marcas tem opções sem fio de impressora, além de darem a possibilidade de realizar a impressão através de dispositivos sem fio, usando tecnologia Wi-fi. Acerca do suporte, tanto a Epson quanto a HP possuem assistência autorizadas espalhadas em todo o território nacional. O site oficial das marcas oferecem diversas informações. Além disso, a HP identifica a impressora no próprio portal, sem que haja necessidade de estar inteirado acerca das questões técnicas da máquina para acessá-la.

Em conclusão, constatamos que as duas marcas tem impressoras de qualidade. O que deve ser considerado é o seu perfil enquanto usuário, isto é, quais são as suas necessidades, o que espera da impressora, quanto pode pagar por ela, etc.

David Ferreira


Saiba aqui as vantagens e desvantagens das impressoras jato de tinta e laser.

Quando se trata de tecnologia digital, nunca se sabe qual é a inovação mais atualizada, porém, uma boa tecnologia sempre funciona bem, trazendo bons resultados. No caso em questão, o ponto central é o tipo de impressora que melhor se adequa ao consumidor. No mercado de tecnologia, poucas áreas de aparelhos modernos são tão repletas de opções quanto o setor de impressoras. Assim, no momento da aquisição surge a inevitável questão: Qual o tipo de impressora mais apropriada para a minha finalidade?

O investimento no tipo de impressora é imprescindível para evitar prejuízos. Ela é parte do maquinário externo do computador, aquela parte que vai reproduzir imagens e documentos, portanto, é necessário que funcione bem e imprima bem. A primeira vantagem de escolher uma boa marca é, evidentemente, a economia. Afinal de contas, a qualidade de uma impressora pode ser avaliada pela qualidade da impressão que oferece. O varejo fornece, por toda parte, diversos tipos de gadgets para públicos variados, específicos. O mercado cresce a cada dia, portanto, antes de passar o cartão e fechar uma compra é necessário analisar bem todos os modelos que puder acessar.

Os dois tipos ou categorias de impressoras mais utilizadas, mais comuns em todo tipo de ambiente que faça uso delas, são os modelos que funcionam com jatos de tinta e os que utilizam toners ou as chamadas de impressoras laser. Outros modelos com estrutura totalmente diferente existem, porém, são de uso muito mais específico, operando sobre materiais diferentes. Impressoras matriciais, por exemplo, tem função de imprimir documentos fiscais, não sendo de utilização comum no lar ou em outros ramos de negócios. Modelos como este último serão referidos mais adiante e de modo resumido.

O tipo mais popular de impressora é o modelo que funciona com jato de tinta. Desenvolvidas em meados da década de 50, elas foram aperfeiçoadas na década de 70. São as mais utilizadas. Sua estrutura funcional é bem simples, já que são carregadas com cartuchos preenchidos de tinta líquida que é canalizada e lançada na superfície do papel por meio de bocais minúsculos, que vão formando a imagem impressa projetada abstratamente pela linguagem do software. Nesse processo as folhas saem, no primeiro momento, molhadas, secando rapidamente, entretanto, não se deve tocar imediatamente em sua superfície para não borrar. O padrão utilizado para manter a qualidade nesse tipo de impressão é chamado de CMYK – Cyan, Magenta, Yellow e Black, ou seja, um padrão de quatro tonalidades combinadas que garantem a criação de diversas cores. Certamente a maior vantagem de impressoras a jato é o fato de estas serem mais baratas. Se o leitor realizar uma pequena busca pelo Google Shopping, poderá encontrar modelos excelentes por preços a partir de 249. Os valores podem ultrapassar o custo de mil reais, conforme a necessidade do consumidor. Este tipo de equipamento é mais simples e, por conseguinte, econômico, pois os cartuchos custam, em geral, 35 reais. A desvantagem está na recarga dos cartuchos, já que os consumidores deste tipo de impressora imprimem mais imagens que textos. Em comércios, LAN Houses, por exemplo, ela consome muito.

As impressoras a laser não funcionam à base de tinta líquida, mas sim por meio de pó pigmentado, nomeado como toner. Seu funcionamento é bem mais complexo, no qual uma espécie de tambor cilíndrico sofre bombardeamentos de raios laser que traçam o que será impresso, conforme as instruções do software. As partes do papel atingidas pelo laser transformam-se num molde eletrostático da imagem ou texto nele projetado e o pó pigmentado se funde com o papel. A vantagem da impressora a laser sobre a que funciona com jato de tinta está, em primeiro lugar, no tempo de impressão em documentos de textos, a impressão é mais nítida e limpa, devido ao equilíbrio que o sistema interno da máquina proporciona, não permanecendo excessos ou resíduos vazados de tinta, além de as impressões a laser possuírem maior durabilidade. O cilindro de toner possui durabilidade muito maior do que os cartuchos de tinta, que precisam ser substituídos, não sendo ecologicamente recomendáveis. Entretanto, a possível desvantagem nas impressoras a laser está no preço. Mesmo as monocromáticas, impressão apenas em preto e branco, custam em média 500 reais. As impressoras a laser não reproduzem imagens com tanta fidelidade como as de tinta.

Impressoras mais específicas, tal como foi mencionado no começo, são as do tipo Bulk Ink, um modelo derivado da impressora a jato e que proporciona mais economia, embora funcione a partir do mesmo princípio de cabeçotes de tinta líquida. Porém, nestes modelos os cartuchos podem ser recarregados conforme a cor mais utilizada. Existem ainda outras opções.

Para mais informações acesse este artigo, nele o leitor poderá conectar-se com outros modelos e suas funcionalidades, as marcas mais vendidas, fotos e preços.

Paulo Henrique dos Santos


Uma empresa israelense, Zuta Labs, está fazendo uma campanha no Kickstarter para arrecadar cerca de US$ 400 mil de usuários virtuais para conseguir tirar do papel um projeto de impressora portátil robótica, a Mini Mobile Robotic Printer. Caso a campanha dê certo, a empresa quer lançar a tecnologia no mercado até janeiro de 2015. A partir de então, a companhia pretende vender a impressora por apenas US$ 180, o que daria em torno de R$ 400.

O equipamento é pequeno, mas tem um alcance grande de compatibilização com vários sistemas. O robô pode se conectar, via aplicativos, com Windows, iOS, Windows Phone, Android e Mac OS X. Ele tem apenas 300 gramas e suas medidas são 10 x 11,5 cm. E mesmo leve e de pequeno tamanho, o aparelho tem uma grande potência: ele poderá imprimir até mil páginas e terá incluso uma bateria com duração de uma hora, em média. A bateria poderá ser carregada via USB.

O mais interessante é a descrição do produto, que mesmo sendo genial, o coloca como um equipamento simples que veio de uma ideia rápida. “Impressoras hoje são, basicamente, uma cabeça indo da esquerda para a direita no papel. Pensamos: por quê não se livrar de todo o resto e colocar isso em um pequenino produto com rodinhas e deixá-lo só rodar em cima do papel, com o menor tamanho possível?”.

Mesmo com vários potenciais investidores, a equipe da empresa Zuta Labs ainda quer esperar o resultado da campanha de crowdfunding. A divulgação do projeto em inúmeros sites internacionais proporcionou um leque de opções para a companhia colocar o protótipo em prática. Quando Zuta Labs chegou ao Kickstarter, segundo o representante da equipe, Tuvia Elbaum, a impressora robô foi visitada por muitos empresários, mesmo assim, sem saber o que poderá vir no futuro, a equipe espera o fim da campanha para decidir sobre o Mini Mobile Robotic Printer.

Por Carolina Miranda

Mini Mobile Robotic Printer

Foto: Divulgação


Uma “impressora” de chocolates foi apresentada este ano na CES 2014, um equipamento compacto parecido com uma cafeteira. A chamada ChocaByte é um estilo mesmo de uma impressora de 3D, só que ao invés de sair papel, para alegria de quase todos ela imprime chocolates. O gadget, um produto bastante tecnológico, começou a ser vendido na Austrália e o preço dela, além do trabalho que ela faz, é bem atraente: por apenas US$ 100 pode-se adquirir o aparelho. Convertendo para o real, a média de preço fica entre os R$ 230, sem impostos.

A utilização da ChocaByte é simples e não há dificuldades para a “fabricação” dos chocolates. Ela é reconhecida como um produto semelhante a eletroportáteis vendidos por aí. Qualquer um pode usar e pode ser colocado em um cantinho do balcão da cozinha, sem ocupação de muito espaço. E, por ser de fácil manuseio, ninguém precisa de conhecimentos de softwares específicos para ser guiar o aparelho. O que, mesmo sendo nomeada como uma “impressora”, o equipamento não é de difícil utilização como várias impressoras 3D existentes no mercado.

E as barras de chocolates que a ChocaByte consegue imprimir também não são nada mal. O equipamento é pequeno, mas as barras podem medir 5 cm de altura e largura, por 2,5 cm de espessura. Uma especificação do site oficial do produto diz “basta aquecer o cartucho de chocolate no microondas ou água quente e, em seguida, colocá-lo na impressora e pressionar ‘Start’. Uma impressão de chocolate duro é feia em menos de 10 minutos, pronta para consumir imediatamente”, explica.

De equivalência a impressora, os cartuchos de chocolate também são baratos, podem ser encontrado na Austrália por US$ 10 (na média de R$ 23). O usuário também tem a opção de criar barras de chocolates de outros formatos de sua preferência e, para isso, basta baixar outros modelos de impressão gratuitos disponíveis na internet e colocar a ChocaByte para trabalhar naquele projeto diferenciado de barras de chocolates.

Por enquanto, somente o país da Austrália, mais especificamente na cidade de Sydney o ChocaByte está disponível e, mesmo assim, somente para 500 pessoas de lá. Contudo, para a nossa alegria, o produto deverá chegar a vários mercados no prazo de 1 a 3 meses. 

Por Carolina Miranda

ChocaByte

Foto: Divulgação


É igualmente importante, assim como tempos atrás, ter uma boa impressora, seja para trabalhos profissionais ou para uso doméstico, muitas pessoas utilizam as mais modernas formas de impressão. Ao contrário do que se pensava, mais do que nunca usamos as impressoras diariamente, de forma bastante ampla.

Muitos são aqueles que preferem um material impresso para leitura ou revisão de diversos tipos de textos. Sendo assim, listamos alguns lembretes na hora de comprar a sua impressora.

1) Escolha uma impressora multifuncional. Ela é mais prática e eficiente: junta várias funcionalidades em um só aparelho (impressora, scanner, fax etc.). Já foi o tempo em que se comprava um aparelho para realizar essas funções.

2) A marca deve ser escolhida pelo critério da assistência técnica: Não adianta comprar um produto cuja assistência técnica, suprimentos e acessórios sejam difíceis de encontrar. Você deve procurar praticidade neste quesito.

3) Recarga de cartuchos:  É recomendável usar somente cartuchos originais, a fim de preservar a qualidade de impressão e a garantia da própria impressora. A recarga de cartuchos originais é uma velha prática, tendo em vista que é mais econômico (particularmente, nunca tive problemas com recargas desse tipo).

4) Resolução: Para imprimir textos, o recomendável é o modo de impressão normal ou econômico. Para as impressões de fotos ou documentos coloridos, o ideal é 300 dpi; contudo, se quiser usar mais qualidade, não irá necessitar passar dos 600 dpi.

5) Laser/jato de tinta: As mais comuns são as de jato de tinta, recomendada para trabalhos pequenos. Já as impressoras a laser são recomendadas para trabalhos maiores – por exemplo, quem precisa imprimir um grande volume de cópias por mês.

6) Tipos de conexões: Depende do objetivo. Para uso empresarial, é recomendável que se empregue via ethernet ou USB; para os residenciais, as conexões wi-fi, tendem a ser mais práticas.

As suas necessidades são os melhores indicadores do tipo de impressora que você vai utilizar. Analise bem os conselhos gerados aqui, e tenha certeza de que irá fazer uma boa compra. Aqui estão os conselhos, mas é você quem deverá tomar a última decisão. Tudo de bom em suas compras.

Por Cristiane Gusmão


A Campus Party, evento de tecnologia que acontece em São Paulo, nem bem começou e já está apresentando inúmeras novidades. Uma delas é a primeira impressora 3D.

Batizada como Cliever, a impressora foi desenvolvida pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) e se destacou entre os produtos apresentados. O equipamento utiliza como matriz o plástico ABS. Assim, é possível imprimir a imagem do computador em forma de camadas, isto é, em várias dimensões.

O resultado é um objeto definido pelos pesquisadores como inquebrável, rígido e palpável, afinal é preciso sentir as camadas para ser definido como 3D.

Quando desenvolveram o projeto, o objetivo foi fabricar um equipamento fácil de utilizar, ainda que a pessoa não tenha muita habilidade com tecnologia, o que é muito bom principalmente para gerações que não cresceram diante de um computador, mas que precisam dele para trabalhar ou estudar.

A ideia é realmente interessante, mas ainda não foi divulgada uma data estimada para o produto chegar ao mercado.

Saiba mais sobre este e outros lançamentos no site da Campus Party.

Por Géssica Valentini.





CONTINUE NAVEGANDO: