A Apple planeja utilizar baterias de hidrogênio em futuros produtos. Desta forma, seus aparelhos, como iPhone, iPads e notebooks, teriam capacidade de funcionar durante semanas sem a necessidade de recarga.

A tecnologia utiliza a conversão de hidrogênio e oxigênio em água e energia elétrica, e é a mesma utilizada nos carros elétricos.

Não foram anunciados detalhes sobre como a tecnologia será aplicada nos dispositivos da Apple, porém, segundo o jornal "The Telegraph", a empresa já registrou duas patentes no Patent and Trademark Office. Os nomes das patentes são: “Fuel Cell System Coupled to a Portable Computing Device” e “Fuel Cell System to Power a Portable Computing Device”.

Segundo o documento enviado ao escritório, a empresa afirma que a dependência dos EUA em relação aos combustíveis fósseis e seus países produtores levará a uma crescente conscientização e desejo dos consumidores por fontes alternativas de energia. A dependência energética dos EUA é considerada uma das maiores ameaças à segurança nacional.

A tecnologia é ecologicamente correta e deixará os aparelhos mais leves. Não há nenhum anúncio oficial em relação à data de lançamento dos produtos com a nova tecnologia.

Por Lucas Ferreira


Esta semana a Intel revelou uma série de notebooks que estão chegando ou ainda chegarão ao mercado com os novos processadores da família Snady Bridge. Entre eles está notebook Lenovo Thinkpad X220. O modelo foi anunciado há alguns dias nos Estados Unidos, e um de seus destaques é a bateria capaz de durar até 24 horas.

O ThinkPad X220 é voltado ao mercado corporativo e deve chegar ao mercado americano no mês de Abril. O Brasil, por sua vez, não deve esperar muito para ver o notebook da Lenovo por aqui. A empresa anunciou esta semana que o X220 deve desembarcar no país já no mês de Maio. Ou seja, cerca de um mês após o seu lançamento na terra do Tio Sam.

Isso mostra que o Brasil é um mercado cada vez mais importante para as empresas no exterior. Aliás, tenho notado que o hiato entre o lançamento de um produto no exterior e a sua chegada ao nosso país vem diminuindo bastante de alguns anos para cá.

Por Maximiliano da Rosa

 

Fonte: G1





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