Pesquisa revelou que a exacerbada utilização de dispositivos eletrônicos está tornando o raciocínio e o senso crítico das pessoas mais lentos, além de afetar a memória.

Dispositivos eletrônicos estão acabando com a memória das pessoas. É o que diz pesquisa realizada pela Kapersky Lab.

De acordo com o estudo, os dispositivos tecnológicos estão afetando, tornando a memória das pessoas mais lenta. O constate uso de tais mecanismos para, por exemplo, fazer buscas na internet, impede o sujeito de elaborar melhor sua memória.

Maria Wimber, pesquisadora inglesa, disse que esse hábito é prejudicial a longo prazo. Nos tempos atuais, com a facilidade da tecnologia e a necessidade de informação, as pessoas estão usando cada vez mais os aplicativos e dispositivos eletrônicos. A pesquisa, no entanto, foi feita com 6 mil pessoas de 8 países.

A maioria dos participantes do estudo mostrou problemas para saber os números dos telefones, uma vez que esses já estão gravados em seus celulares. Esse contratempo, caro leitor, tem até nome: amnésia digital. As pessoas ficam distraídas e com dificuldades de concentração.

Maria Wimber também fala que esse costume pode tornar nosso raciocínio e senso crítico mais lentos, pois o sujeito vai, aos poucos, perdendo sua autonomia. Vale dizer que os dispositivos, quando bem usados, são ferramentas relevantes e boas. O problema está no exagero desse uso. A pesquisa também apontou que quase todas as pessoas entrevistadas no estudo possuem o hábito de consultar os dispositivos eletrônicos quando querem saber ou lembrar algo, como um número de telefone.

Pois bem, a capacidade de memória do cérebro diminui, de acordo com o Kapersky. Para evitar isso, as pessoas podem tentar aprender os dados e memorizar tudo na cabeça. Os aplicativos são de suma relevância para a prática da vida atual. Pois bem, cabe ao sujeito lidar com isso da forma mais saudável possível e buscar condutas que possam, por assim dizer, ampliar o poder da memória. A pesquisa alerta sobre o problema da amnésia digital.

Por Madson Lima de Oliveira

Aparelhos eletrônicos

Foto: Divulgação


Épocas de chuvas chegam e algumas pessoas lembram-se de desligar os aparelhos eletrônicos. Contudo, não é só nessa estação do ano que se deve preocupar com isso. A rede elétrica está, a qualquer momento, exposta a possíveis “apagões” e nesses picos de tensão é que os equipamentos elétricos podem ser danificados.

Muitos usuários pensam que o uso de estabilizados e no-breaks oferecem uma proteção eficaz contra raios e descargas elétricas, porém não é isso que acontece. Esses equipamentos funcionam como consolidares das correntes elétricas de pequenas variações. A dica mais correta é esta: durante a queda ou variação do fornecimento de energia elétrica, desligue todos os equipamentos. Principalmente aqueles mais propensos a queimar, como TVs, DVDs, Computadores e etc.

E, para solucionar de vez esses problemas quando a descarga elétrica é grande por causa de raios, o Brasil atualmente obriga que exista o aterramento da fiação elétrica em residências. Ele funciona na instalação de um cabo de cobre na terra, com a função de atrair o descarregamento dos raios para o solo. Além de facilitar o funcionamento de dispositivos de proteção, como disjuntores.

Esse protetor se chama DPS. A grande maioria das pessoas opta por colocar o DPS próximo à caixa de distribuição, protegendo assim, todas as tomadas de energia da casa de uma única vez. Contudo, ninguém pode fazer isso sozinho, é preciso do trabalho de um eletricista para a instalação. O DPS auxilia os consumidores na hora de chuvas e raios. Nessas horas, o usuário pode utilizar os aparelhos elétricos sem muitas preocupações.

Se o consumidor não sabe se tem em sua casa um DPS instalado ou não pretende fazer um gasto desses neste momento, a melhor solução no momento de temporais é a velha e boa prática de tirar todos os equipamentos importantes da tomada. Um equipamento que está vulnerável as descargas elétricas e que é esquecido pelas pessoas é o modem da linha telefônica. Nem mesmo usar os telefones fixos durante relâmpagos é recomendado, já que além do telefone, a descarga elétrica pode atingir também o usuário.

Por Carolina Miranda

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