De acordo com as últimas previsões feitas em relação ao mercado dos tablets, estes dispositivos deverão obter em 2014 uma boa fatia do mercado. Para se ter ideia do tamanho da conquista, basta levarmos em consideração que em 2014 os tablets estão concorrendo em termos de igualdade com os PCs.

Recentemente a empresa de análise e consultoria Canalys divulgou as informações de alguns dados levantados pela mesma. Segundo as análises feitas em 2014, esses dispositivos portáteis deverão fechar o ano com uma demanda de 50% do mercado. Isso demonstra um aspecto interessante em relação ao setor: O fato de que entre os usuários dessas tecnologias existe uma tendência cada vez maior em relação àqueles que efetuam trocas de aparelhos por outros que possam servir como substitutos de notebooks e PCs.

Como já era de se esperar em relação à maioria das análises, o Android, sistema operacional do Google, tem o domínio do setor com uma fatia de 65%. A Samsung também deveria ocupar o primeiro lugar em relação aos dispositivos, entretanto, os dados sugerem que a Apple deverá se destacar, até porque agindo sozinha ela irá reter uma parcela de 30% em relação a todos os tablets que estarão sendo usados no mundo.

Outro ponto interessante em relação à Apple é que ela deverá ser uma das poucas empresas que deverão obter lucros oriundos da venda de tablets. Isso pode ser justificado pela forma como a empresa da Maçã encara o mercado. Ela prefere manter uma base sólida de usuários cobrando mais caro por seus produtos e criando assim uma imagem de segurança e valor agregado, o que acaba fidelizando uma parte dos usuários. Em contrapartida, as concorrentes investem cada vez mais na variedade de dispositivos de baixo custo.

Em 2013 as vendas de tablets foram de cerca de 180 milhões. Para a Canalys, este número deverá subir para 185 milhões em 2014.

Por Denisson Soares


A Amazon e o Kindle finalmente estão preparados para entrar no mercado brasileiro. A empresa  já pode começar a trabalhar em seu novo escritório, localizado em São Paulo. O executivo Mauro Widmanm, que saiu da empresa e deu lugar para Alexandre Szapiro, o ex-funcionário da Apple, falou em uma entrevista que no Brasil ele irá cuidar somente dos negócios relacionados ao e-reader da companhia.

O cadastrado da Amazon, segundo as informações da Junta comercial de São Paulo, revela que a companhia irá atuar no ramo de varejo, da mesma forma que acontece no exterior.

Caso seja verdade, a lista de produtos comercializados pela Amazon deverá contar com livros, instrumentos musicais, eletrônicos e até mesmo roupas e acessórios. A empresa também deverá vender revistas e livros digitais, para incentivar as vendas do Kindle, o e-reader da companhia.

Os rumores revelam que a Amazon deverá iniciar suas atividades no Brasil ainda este ano, provavelmente em novembro, quando os livros iriam começar a ser vendidos. Informações publicadas pela revista VEJA ainda revelam que a companhia pretende vender aproximadamente 5 mil e-books por dia no inicio do ano que vem, e, em  somente um ano, vender 1 milhão de unidades do Kindle.

Por Felipe Santos Bonfim





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