Olhe, mas não toque. É a estratégia da Microsoft para ir deixando os consumidores ainda mais tentados com o novo Xbox que ainda nem está à venda.

A vendas começarão nos Estados Unidos ainda em novembro deste ano. A empresa anunciou que o preço será de US$ 499, 499 Euros na Europa e £ 429 no Reino Unido.

A Microsoft também confirmou que o Xbox  Live Gold Memberships iria transitar para o Xbox One, bem como um novo programa, a partir de 1º julho, no qual os membros do Xbox Live Gold vão ter dois downloads de jogos gratuitos. 

Os dois primeiros jogos anunciados para o programa são Assassins Creed 2 e Halo 3. Na última terça-feira, a Microsoft também anunciou 23 títulos de lançamento para novo console, Call of Duty: Fantasmas e Battlefield 4, bem como jogos casuais como Peggle 2 e Just Dance 2014.  Infelizmente, alguns jogos que receberam muita atenção na E3 – como Titanfall e o próximo Halo – não estarão disponíveis até depois do lançamento.

O videogame será lançado concomitantemente ao Sony PlayStation 4, que será pelo menos US$ 100 mais barato.

Aos brasileiros amantes dos consoles do Xbox, a versão mais inovada do aparelho deve chegar em breve também ao país.

Por Fábio G. Santos


PS4Preços de consoles lançados tendem a sofrer um relativo aumento com a carga de impostos cobrada no Brasil. O resultado são vendas abaixo do esperado e migração, dos compradores em potencial, para outros tipos de mercados, como a venda em camelôs, onde os consoles não têm a mesma garantia comercial e podem se transformar em verdadeiros problemas ao comprador.

Por causa da carga tributária nacional, executivos da Sony estudam meios de lançar o PS4 pelo mesmo valor que nos EUA (cerca de US$ 399,00), o que seria uma catapulta de vendas do console em lojas, aumentando o faturamento e em alguns casos, até na demanda de geração de emprego e renda.

Segundo Jack Tretton, CEO da Sony Computer Entertainment of America, a Sony estuda formas de sugerir preços abaixo de R$ 1.000,00 para que o console tenha o número de vendas esperado.

Com a pré-venda, o preço chegou a R$ 1.600,00 em alguns sites, sem contar o preço do frete.

Espera-se que em outubro, durante a Brasil Game Show, seja anunciado o início das vendas do console no mercado nacional, assim como os títulos mais aguardados do ano.

Por Junior Almeida


Console Ouya Passado o período de lançamento, o console Ouya tem se firmado no mercado, ao mesmo tempo em que levanta polêmicas por sua natureza. Feito para rodagem de jogos através do  sistema Android Jelly Bean, o console que chama atenção por suas dimensões diminutas, aos poucos vai ganhando espaço no mercado disputado pela Sony, com  o Play Station, e pela Microsoft, com a linha XBox.

Assim como seu tamanho, o baixo preço caiu no gosto dos compradores (aproximadamente R$ 200 no Brasil), resultando no esgotamento dos primeiros lotes produzidos em pouco tempo. Espera-se que em dezembro seja lançado uma quantidade limitada de boxes de jogos. Cada box terá uma característica única, como uma figura de ação ou uma camiseta, com design diferente do que é produzido para o grande público. Mas o toque de Midas do console é a possibilidade de ser uma plataforma aberta, permitindo acesso ao mercado de games como nunca antes visto, ainda com a condição de que uma parcela dos games seja gratuita.

O console pode ser visto como item de colecionador ou para gamers mais velhos, que apreciam todas as vertentes de jogos sem se concentrar em somente uma plataforma. Com aproximadamente 170 títulos, o Ouya oferece quase 200 games para serem testados antes de serem comprados em definitivo, uma grande vantagem, já que não precisa de softwares complementares para rodagem dos jogos. Pelo sistema operacional, oferece gráficos superiores aos do PS2, agradando e inclusive superando certas expectativas.

Além do visual compacto e baixo preço, outro aspecto peculiar ao console é a simplicidade no sistema de navegação, Em tempos de softwares e hardwares complexos, o Ouya surge nadando na contramão, com uma proposta diferente dos rivais, tanto na parte física quanto na parte abstrata.

Por Junior Almeida





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