Existem ferramentas que se tornarão úteis para que você controle de forma cada vez mais eficaz suas estruturas de rede e de forma gratuita.

Como diz um ditado bem antigo e que se aplica ao nosso cotidiano, em que é necessário ser visto para ser notado, e isso na mesma proporção se aplica a estrutura de redes online. A chave para administrar uma boa estrutura de redes é com certeza a visibilidade que a mesma terá.

É que embora muitos estejam sem dinheiro para realizar investimentos nesta área, especialistas indicam a possibilidade de gastar pouco ou quase nada e ainda assim adquirir esta visibilidade tão desejada. Através deste artigo mostraremos algumas ferramentas que se tornarão úteis para que você controle de forma cada vez mais eficaz suas estruturas de rede e de forma gratuita.

Entre os sistemas mencionados na lista, alguns poderão ser baixados gratuitamente e outros irão requerer componentes de hardware e periféricos, que por serem pagos tornam a solução ainda mais efetiva.

Smokeping – O sistema mede o tempo de resposta e reação, além de registrar as perdas ao longo do tempo e poder revelar as mudanças a serem feitas e os planejamentos que devem ser seguidos. A tecnologia faz isso através de disparos constantes de pacotes de alertas, em intervalos regulares. Os disparos guardam as respostas e indicam através de gráficos possíveis problemas para contribuir na investigação e solução de erros.

Cacti– Ao longo de um período de tempo ele coleta valores SNMP e traz um panorama sobre a utilização do dispositivo. A tecnologia é útil em diversas situações, como descobrir os dados de temperatura de um ambiente.

Nfdump– recebe através do fbrope informações e registros, para que sejam lidos e usados para demonstrar os dados em relação a base de ranking dos principais usuários. Pode ser utilizado em problemas que envolvem o congestionamento em picos de tráfego.

Nmap– É uma ferramenta de descoberta poderosa para rede, serviços e dispositivos, que varre estruturas e ativa auditorias de segurança. Através de uma varredura em diferentes portas do sistema ele consegue descobrir e determinar pontos onde é necessário aumentar a proteção.

TCPTraceroute– Assim como o software citado acima, este também trabalha com varreduras. Em questão este precisamente descobre os bloqueios de tráfego, como os firewalls que muitas vezes barram partes que deviam estar ativos.

Por Denisson Soares


Modelo promete oferecer a mesma experiência do Ubuntu encontrado em PCs.

No ano de 2013, a empresa britânica Canonical apostou em disponibilizar uma experiência completa do Ubuntu utilizado em desktops em dispositivos móveis por meio do Ubuntu Edge. A empresa empenhou grande esforço nessa tarefa, porém o projeto não prosperou devido à campanha de investimentos. Hoje, passados aproximadamente 3 anos, parece que o projeto ainda se mantém na ativa e mais revigorado que da primeira vez.

A companhia realizou o anúncio de um novo tablet, dispositivo esse que tem como promessa a oferta da mesma experiência do Ubuntu no PC, porém para o aparelho móvel. Na realidade o conceito é bem simples, isto é, este sistema operacional móvel deverá utilizar o mesmo núcleo presente no desktop ou, então, um subconjunto que realize a execução dos mesmos apps em dispositivos diferentes. Este aparelho da Canonical é uma variável de um modelo fabricado pela marca espanhola BQ, o Aquaris M10.

O aparelho conta com as seguintes especificações técnicas: uma tela com resolução de 1280 x 800 pixels e de 10,1 polegadas. Internamente, o dispositivo conta com um chip MT8163B da Mediatek, com quatro núcleos funcionando a uma frequência de 1,3 GHz. O tablet conta também com um memória RAM de 2 GB e o armazenamento interno possui 16 GB. De fato, com essas especificações o aparelho não vem para ocupar um espaço no topo do mercado, porém é o necessário para que os apaixonados por sistemas Linux fiquem ainda mais empolgados.

O tablet ainda é equipado com uma entrada USB, a qual permite a conexão de um dispositivo externo como teclado, mouse ou monitor e uma entrada HDMI. Um quesito que chama bastante atenção dos consumidores é a bateria, que possui 7.280 mAh. Este projeto do Canonical, da mesma forma que o Continuum da Microsoft, ainda está no começo. Apesar disso, a companhia está com pensamento positivo quanto a sua biblioteca de aplicativos, que é suficiente para suprir boa parte das necessidades dos usuários. Além do mais, a Canonical possui o Ubuntu Convergence, que permite a execução de aplicativos tradicionais como o Twitter, Google Chrome, Netflix, e diversos outros. Somando esses recursos todos, a companhia quer oferecer uma ótima experiência para a grande quantidade de usuários Linux espalhados ao redor do mundo.         

Por Filipe Silva

Tablet da Canonical com Ubuntu

Foto: Divulgação


Com as novas tecnologias os netbooks se tornaram obsoletos.

O Netbook foi sucesso de vendas durante seu lançamento em 2007, já que o dispositivo portátil era ideal para executar tarefas diárias. Quem não se lembra das propagandas do dispositivo em filmes e séries? Infelizmente, com a chegada de novas tecnologias as principais fabricantes no segmento deixaram de produzir o dispositivo móvel. Entenda aqui quais foram as principais causas para que isso ocorresse.

Desde o início, os netbooks foram voltados aos usuários domésticos, que necessitavam realizar pequenas tarefas, como enviar um e-mail, realizar a edição de textos e fotos. O objetivo principal da Intel era ter um pequeno, não poderoso, porém barato dispositivo para entrar no mercado.

Nessa época os computadores de mesa e notebooks estavam no topo das vendas. No entanto, o alto preço desses dispositivos em comparação com os netbooks fez com que as vendas do novo modelo alavancassem.

Além disso, modelos convencionais de notebooks da época pesavam mais de 2 kg, o que tornava o deslocamento desconfortável. Já a bateria tinha autonomia baixa se comparada ao dos netbooks, que contavam com processadores de baixo consumo.

Os netbooks alcançaram metas extraordinárias em seus primeiros anos, chegando a vender 40 milhões de unidades logo no início e ameaçou a categoria desktops.

Com o passar dos anos, novas tecnologias foram surgindo, como a criação de um novo dispositivo portátil, o ultrabook. Esses modelos contam com hardware igual ou superior ao de um notebook, porém com peso totalmente reduzido. Em geral, os ultrabooks não contam com dispositivo de mídia CD e contêm processadores de baixo consumo, que produzem eficiência semelhante aos de desktops. Dessa forma, a compra de um netbook não tinha grandes vantagens, exceto pelo preço.

Com a chegada dos smartphones e tablets, as vendas de netbooks sofreram grande queda. Afinal, era possível ter todos os benefícios que o netbook proporcionava em apenas um dispositivo, simples, compacto e leve. Foi nessa época, que a grande parte dos adeptos ao dispositivo migrou para outras plataformas, como por exemplo, o iPad.

Além disso, com lançamento do Windows 8 no final de 2013, os netbooks deixaram de ter suporte ao sistema operacional da Microsoft, pois o mesmo exigia resolução igual ou superior a 1024 x 768.  Por essa razão, alguns usuários mudaram para outros sistemas operacionais, como Linux. Ou ainda, efetuaram a troca desses portáteis por novos dispositivos.

Infelizmente, a decisão da empresa americana contribuiu de forma negativa para a comercialização do produto a nível mundial. No entanto, após a última atualização do Windows 10 é possível realizar o upgrade em qualquer dispositivo móvel que possua resolução mínima de 800×600.

Atualmente, a grande maioria dos netbooks encontrados no mercado contam com sistema operacional Android, capaz de realizar as mesmas tarefas que smartphones e tablets de forma aprimorada. A alternativa ainda é válida, principalmente para países em desenvolvimento e em fase de inclusão social. Além disso, opções sofisticadas como o Chromebook estão à venda no mercado.

Por Wendel George Peripato

Netbook





CONTINUE NAVEGANDO: