Estudo foi realizado pela Microsoft e levou em consideração diversos fatores.

Você utiliza o seu notebook e a bateria dura pouco ou menos do que deveria durar? E você se pergunta o porquê disso? Pois bem, de acordo com testes realizados pela Microsoft, o navegador mais popular do mundo, o Google Chrome, pode ser um dos grandes causadores do excessivo consumo de bateria do aparelho.

A realização das provas foram feitos em quatro unidades de Surface Book, da Microsoft, além do Chrome, Edge, Opera e Firefox, como forma de medir o consumo de energia destes que são os principais navegadores existentes no mercado. O primeiro foi realizado em um laboratório controlado, onde foi medido o comportamento de cada navegador enquando o usuário acessava sites frequentemente usados por pessoas na internet. O segundo teste, um pouco mais complexo que este, mediu o tempo que cada navegador aguentava enquanto fazia streaming de vídeos em HD.

Em 4h19 a bateria do notebook utilizando o Chrome terminou. Em segundo lugar, o Firefox desempenhou um tempo um pouco melhor, terminando após 5h09. Na sequência ficaram: Opera, com 6h18 de bateria; E O Edge, o grande campeão, com 7h22 de duração, totalizando em porcentagem 70% a mais que o Chrome, 43% superior ao Firefox e 17% em relação ao Opera.

Para a análise do teste, a Microsoft disponibilizou um gráfico com o consumo médio da energia que foi utilizada pelos três principais navegadores do mercado. Para sua análise, é preciso levar em conta que quanto menor o número, mais eficiente o produto. Sendo assim, a Edge liderou novamente em relação ao Firefox e Chrome.

Apesar dos dados mostrarem o fraco desempenho do Chrome, muitos devem se perguntar o motivo da realização dos testes, uma vez que o navegador tem sido usado em todo mundo, se tornando o queridinho das pessoas. O fato é que o Microsoft tem tentando colocar no mercado o seu produto, o Edge, uma vez que o Internet Explorer já não corresponde mais às expectativas de seus usuários. Sendo assim, a comparação foi a maneira encontrada de mostrar o quão excelente é o navegador da organização, caso seu problema seja relacionado à duração da bateria. Quem quiser, pode acessar o relatório completo do teste, em inglês, clicando aqui e entendendo melhor sobre ele.

Kellen Kunz


Intel e Microsoft, em parceria com a Lenovo, a Dell e a HP, trabalham juntas em uma campanha que visa mostrar aos usuários as qualidades de se ter um PC moderno.

As tecnologias avançam e novos dispositivos acabam tomando o lugar de outros. É o que está acontecendo com os Personal Computers (PCs). Para enfatizar que o PC ainda tem grandes vantagens sobre os demais dispositivos, várias empresas são capazes de se unir para provar ao consumidor que há espaço para os microcomputadores.

As empresas norte-americanas Intel e Microsoft estão trabalhando juntas com três das maiores fabricantes de computadores convencionais. O objetivo? Trabalhar em uma publicidade capaz de convencer os compradores de todas as coisas incríveis que um PC moderno é capaz de fazer. Os anúncios serão exibidos na TV, online, e em propaganda impressa.

A campanha, que tem por objetivo retomar o mercado de PCs, que vem perdendo espaço para tablets, smartphones e Smart TVs, terá o nome “O que um PC faz?” e será veiculada na China e Estados Unidos.

As marcas escolhidas para a campanha foram: Lenovo, Dell e HP. A campanha enfatizará o fato de que os computadores modernos com Windows 10 fazem muito mais que aqueles que as pessoas normalmente possuem em casa e no trabalho. Segundo a Intel, mais de 500 milhões de PCs já têm mais de 5 anos de uso.

Historicamente, a maioria da publicidade feita em cima da indústria de Computadores foi subsidiada pela Intel e Microsoft, cujos lucros são, obviamente, muito maiores do que o das fabricantes de PCs.

A campanha já iniciou em um webcast com a participação dos diretores executivos de marketing de cada empresa.

Pesquisas indicam que a queda nas vendas de computadores pessoais vai reduzir mais de 8% – e só estabilizarão no ano de 2017 – por esse motivo, as empresas precisaram se unir, e provar ao consumidor que ainda que os outros dispositivos estejam cada vez mais parrudos, a utilidade de um PC deve ser lembrada.

A pergunta que fica no ar é a seguinte: Será que vai dar certo? Os consumidores irão voltar, ainda que devagar, a preferir os microcomputadores aos dispositivos portáteis? Isso apenas o tempo poderá dizer.

Por Júnior Beluzzo

PC da Lenovo

Foto: Divulgação





CONTINUE NAVEGANDO: