Cerca de 3,9 bilhões de pessoas do planeta não possuem acesso à internet.

Mesmo com tantos avanços tecnológicos que permitiram que fosse possível reduzir os custos de acesso à Internet, um estudo divulgado recentemente pela União Internacional de Telecomunicações (UIT) aponta para o fato de que mais da metade da população do planeta ainda não tem acesso à Internet. Em números seria algo em torno de 3,9 bilhões de pessoas.

No que diz respeito à diminuição dos preços, a pesquisa revelou que os serviços de internet, desde o ano de 2013, tem sofrido uma queda nos valores e continuaram firmes com o objetivo de oferecerem uma internet mais acessível até o final do ano passado. O estudo destaca que quanto mais desenvolvido é o país, mais rápida é a internet quando comparado com os países que ainda estão em processo de desenvolvimento. Nestes últimos o valor da internet é praticamente o dobro.

Com base no levantamento realizado a maior fatia da população (mundial) que ainda não possui conexão com a internet – cerca de 2,5 bilhões de pessoas – vivem em países em desenvolvimento. Entre estes países e os países desenvolvidos as diferenças são significativas principalmente no ponto de disponibilização do acesso. Em países desenvolvidos essa integração chega a 81%. Já naqueles que estão em desenvolvimento foi verificado uma queda para 40% e os menos desenvolvidos ainda caem mais15%.

De qualquer maneira o que se tem esperado nesse tema é que até o final de 2016, a banda larga consiga atingir 12 entre 100 habitantes no mundo. Seguindo o padrão nessa tendência os países mais desenvolvidos apresentariam um percentual no final do ano de 30,1% em relação ao número de habitantes com assinaturas de banda larga fixa. Ao menos essa é a expectativa da UIT. A título de curiosidade esse número representaria mais do que o triplo do que seria apresentado nos países que ainda estão em desenvolvimento.

Na China, por exemplo, o crescimento no acesso se dá devido ao avanço da Internet de banda larga que vem ocorrendo na região Ásia-Pacifico. A estimativa é que até o final de 2016 haja mais de 10% de assinaturas, por outro lado, a África e países menos desenvolvidos da região deverão permanecer abaixo de 1%.

A internet móvel se posiciona melhor nessa questão toda. Cerca de 95% da população mundial se encontra em áreas cobertas por redes para celular. Deles 84% contam com acesso à internet móvel. Já a rede LTE abrange 4 bilhões de pessoas, mais da metade da população mundial.

Por Denisson Soares

Acesso à internet


Modelo foi lançado para substituir o Yoga Pro 3.

A fabricante chinesa Lenovo lançou um novo ultrabook para substituir o Yoga Pro 3. Trata-se do Lenovo Yoga 900 que é equipado com a nova geração de processadores da Intel, o Skylake.

O notebook promete agilidade e excelente desempenho para as atividades diárias e também para os usuários que desejam uma máquina para o uso profissional. A Lenovo melhorou alguns pontos criticados no Yoga Pro 3, como os processadores Core M da Intel e também a pouca autonomia da bateria.  

Para agradar os consumidores da marca, a Lenovo resolveu ser generosa na bateria do Yoga 900, aumentando em até 50% a capacidade em relação ao seu antecessor. O melhor desempenho da bateria também está intimamente relacionado com os novos processadores Skylake que gerenciam melhor a energia do ultrabook. A empresa garante que o notebook tem carga suficiente para oito horas de autonomia.  

Algo marcante da série de notebooks da Lenovo foi mantido: a dobradiça. Ela é evidente no novo Yoga 900 e traz um design diferente dos concorrentes, o que pode cativar ou repelir os usuários mais exigentes.

Como era de se esperar, a máquina virá equipada com o Windows 10, o que possibilita alternar de forma muito simples entre o uso como tablet e notebook. Sendo assim, o Yoga 900 se encaixa na categoria 2 em 1. Para isso, basta girar a tela do ultrabook em 360 graus para que ele tome forma de um tablet.  

Sua tela de 13,3 polegadas é equipada com a tecnologia IPS e tem uma resolução atraente de 3.200 x 1.800 pixels.

A Lenovo oferecerá seu novo notebook em diferentes versões. A mais básica terá 8 GB de memória RAM e 256 GB de SSD. Já na versão mais potente serão 16 GB de memória RAM e 512 GB de SSD. Os processadores acompanham as boas configurações do Yoga 900, variando entre o Core i5 e o Core i7 da Intel. Ele possui a tecnologia de áudio da JBL, a Stereo Speakers com Dolby DS 1.0 Home Theater Certification. O Yoga 900 possui 2 entradas USB 3.0, 1 USB Type C, leitor de cartões de memória e 1 DC-in com função USB 2.0.  

A Lenovo já está vendendo o Yoga 900 nos Estados Unidos pelo preço de US$ 1.200. Como você pode imaginar, caso o ultrabook chegue ao Brasil, o preço deverá ser bem salgado. Não há informações sobre se a Lenovo pretende trazer seu novo produto para o mercado sul-americano.

Por William Nascimento

Lenovo Yoga 900

Lenovo Yoga 900

Fotos: Divulgação


Novo notebook é extremamente potente e destinado ao público gamer.

O mercado de Notebook não está tão aquecido como há tempos atrás, porém, continua com toda sua força e com novos lançamentos. No Brasil, investir em Notebooks vem se tornando algo complicado, pois com a alta do dólar, a crise vivida pelo país, unidos da inflação, acabam por fazer com que esses dispositivos sofram uma disparada em seu preço. Porém, indo contra a maré, a Dell decidiu lançar seu primeiro Notebook gamer em solos tupiniquins.

Trata-se do dispositivo Inspiron 15 7000 Gaming Edition, notebook gamer extremamente potente da empresa, que até então, só havia arriscado lançar aparelhos como esse no Brasil por meio da Alienware, conhecida marca de dispositivos gamers, subsidiária da Dell. Segundo a Dell Brasil, o lançamento é graças ao fato da empresa enxergar no Brasil, um país de enorme potencial para segmento no futuro, que segundo o que indica a empresa, vem investindo mais nesse tipo de dispositivo nos últimos tempos.

O notebook possui quatro variantes do país e nenhuma conta com um preço astronômico, embora todos tenham preços elevados. Nos últimos tempos, por exemplo, vimos um MacBook da Apple ser lançado no Brasil por mais de R$ 20.000. Segundo a NVIDIA, que trabalhou em conjunto com a Dell para oferecer o melhor hardware possível para os usuários, mesmo aqueles que gostam de jogar no computador, jogos pesados, mais exigentes, irão gostar do que vão encontrar no Notebook da Dell.

A versão mais simples do notebook da Dell, conta com o processador Intel i5 Skylake, placa de vídeo GTX 960M e 8GB de RAM, além de contar com o sistema operacional Ubuntu, o que pode acabar sendo um empecilho para que o modelo faça sucesso, já que o sistema não conta com o suporte para todos os jogos, custando R$ 4.820.

Enquanto isso, a melhor versão do Notebook, conta com um processador Intel i7 Skylake, com 8GB de memória RAM, Windows 10 e placa de vídeo GTX 960M 4GB. Essa versão sai por R$ 5.999, com pagamento efetuado a vista, sendo que parcelado, o produto sai mais caro. Para que o dispositivo não sofra com superaquecimento ou problemas relacionados, o dispositivo possui dupla ventilação com lâmina aprimorada para que o cooler do Notebook possa aguenta toda a potência do dispositivo.

Independentemente da versão, caso você compre o dispositivo da loja oficial da Dell, você ganhará um vale presente de R$ 300 para sua próxima compra, o que acaba por amenizar o preço do dispositivo e tornar sua compra ainda mais vantajosa.

Os dispositivos ainda contam com uma tela de 15,6 polegadas, Full HD com bateria de duração de até quase 11 horas, para que os usuários possam passar um bom tempo jogando. A tela do Notebook conta com um recurso antirreflexo, para que uma alta luminosidade não atrapalhe sua jogatina. O notebook da Dell conta com um som de alta qualidade, graças ao MaxxAudio Pro, que garante a você, pode curtir aquele momento de explosão em seu jogo de Guerra, de forma fantástica, contando com subwoofer e alto-falantes.

Por Isis Genari

Dell Inspiron 15 7000 Gaming Edition

Foto: Divulgação


Modelo promete oferecer a mesma experiência do Ubuntu encontrado em PCs.

No ano de 2013, a empresa britânica Canonical apostou em disponibilizar uma experiência completa do Ubuntu utilizado em desktops em dispositivos móveis por meio do Ubuntu Edge. A empresa empenhou grande esforço nessa tarefa, porém o projeto não prosperou devido à campanha de investimentos. Hoje, passados aproximadamente 3 anos, parece que o projeto ainda se mantém na ativa e mais revigorado que da primeira vez.

A companhia realizou o anúncio de um novo tablet, dispositivo esse que tem como promessa a oferta da mesma experiência do Ubuntu no PC, porém para o aparelho móvel. Na realidade o conceito é bem simples, isto é, este sistema operacional móvel deverá utilizar o mesmo núcleo presente no desktop ou, então, um subconjunto que realize a execução dos mesmos apps em dispositivos diferentes. Este aparelho da Canonical é uma variável de um modelo fabricado pela marca espanhola BQ, o Aquaris M10.

O aparelho conta com as seguintes especificações técnicas: uma tela com resolução de 1280 x 800 pixels e de 10,1 polegadas. Internamente, o dispositivo conta com um chip MT8163B da Mediatek, com quatro núcleos funcionando a uma frequência de 1,3 GHz. O tablet conta também com um memória RAM de 2 GB e o armazenamento interno possui 16 GB. De fato, com essas especificações o aparelho não vem para ocupar um espaço no topo do mercado, porém é o necessário para que os apaixonados por sistemas Linux fiquem ainda mais empolgados.

O tablet ainda é equipado com uma entrada USB, a qual permite a conexão de um dispositivo externo como teclado, mouse ou monitor e uma entrada HDMI. Um quesito que chama bastante atenção dos consumidores é a bateria, que possui 7.280 mAh. Este projeto do Canonical, da mesma forma que o Continuum da Microsoft, ainda está no começo. Apesar disso, a companhia está com pensamento positivo quanto a sua biblioteca de aplicativos, que é suficiente para suprir boa parte das necessidades dos usuários. Além do mais, a Canonical possui o Ubuntu Convergence, que permite a execução de aplicativos tradicionais como o Twitter, Google Chrome, Netflix, e diversos outros. Somando esses recursos todos, a companhia quer oferecer uma ótima experiência para a grande quantidade de usuários Linux espalhados ao redor do mundo.         

Por Filipe Silva

Tablet da Canonical com Ubuntu

Foto: Divulgação


Com as novas tecnologias os netbooks se tornaram obsoletos.

O Netbook foi sucesso de vendas durante seu lançamento em 2007, já que o dispositivo portátil era ideal para executar tarefas diárias. Quem não se lembra das propagandas do dispositivo em filmes e séries? Infelizmente, com a chegada de novas tecnologias as principais fabricantes no segmento deixaram de produzir o dispositivo móvel. Entenda aqui quais foram as principais causas para que isso ocorresse.

Desde o início, os netbooks foram voltados aos usuários domésticos, que necessitavam realizar pequenas tarefas, como enviar um e-mail, realizar a edição de textos e fotos. O objetivo principal da Intel era ter um pequeno, não poderoso, porém barato dispositivo para entrar no mercado.

Nessa época os computadores de mesa e notebooks estavam no topo das vendas. No entanto, o alto preço desses dispositivos em comparação com os netbooks fez com que as vendas do novo modelo alavancassem.

Além disso, modelos convencionais de notebooks da época pesavam mais de 2 kg, o que tornava o deslocamento desconfortável. Já a bateria tinha autonomia baixa se comparada ao dos netbooks, que contavam com processadores de baixo consumo.

Os netbooks alcançaram metas extraordinárias em seus primeiros anos, chegando a vender 40 milhões de unidades logo no início e ameaçou a categoria desktops.

Com o passar dos anos, novas tecnologias foram surgindo, como a criação de um novo dispositivo portátil, o ultrabook. Esses modelos contam com hardware igual ou superior ao de um notebook, porém com peso totalmente reduzido. Em geral, os ultrabooks não contam com dispositivo de mídia CD e contêm processadores de baixo consumo, que produzem eficiência semelhante aos de desktops. Dessa forma, a compra de um netbook não tinha grandes vantagens, exceto pelo preço.

Com a chegada dos smartphones e tablets, as vendas de netbooks sofreram grande queda. Afinal, era possível ter todos os benefícios que o netbook proporcionava em apenas um dispositivo, simples, compacto e leve. Foi nessa época, que a grande parte dos adeptos ao dispositivo migrou para outras plataformas, como por exemplo, o iPad.

Além disso, com lançamento do Windows 8 no final de 2013, os netbooks deixaram de ter suporte ao sistema operacional da Microsoft, pois o mesmo exigia resolução igual ou superior a 1024 x 768.  Por essa razão, alguns usuários mudaram para outros sistemas operacionais, como Linux. Ou ainda, efetuaram a troca desses portáteis por novos dispositivos.

Infelizmente, a decisão da empresa americana contribuiu de forma negativa para a comercialização do produto a nível mundial. No entanto, após a última atualização do Windows 10 é possível realizar o upgrade em qualquer dispositivo móvel que possua resolução mínima de 800×600.

Atualmente, a grande maioria dos netbooks encontrados no mercado contam com sistema operacional Android, capaz de realizar as mesmas tarefas que smartphones e tablets de forma aprimorada. A alternativa ainda é válida, principalmente para países em desenvolvimento e em fase de inclusão social. Além disso, opções sofisticadas como o Chromebook estão à venda no mercado.

Por Wendel George Peripato

Netbook


Xiaomi lançará seu primeiro notebook em breve. Fabricação está prevista para o primeiro semestre de 2016 e o lançamento poderá ocorrer até o final do mesmo ano.

A Xiaomi, empresa popular da China, está, atualmente, com grande destaque no mercado e conforme dados recentes da Canalys ocupa o sexto lugar na escala mundial do TOP 10 das empresas que trabalham com dispositivos móveis. A companhia executa seus planos com sucesso, já que seus produtos são considerados de alta qualidade e possuem preços que as demais empresas não conseguem chegar.

A Xiaomi, ainda que conhecida, principalmente, pela produção de smartphones, também conta com outros tipos de mercadorias, como, por exemplo, pulseiras fitness. Agora, a empresa está prestes a expandir seus negócios e irá adentrar no mercado de notebooks.

Na quarta-feira, dia 23 de setembro, Richard Lee, presidente da Iventec Corp., confirmou que a Xiaomi, de fato, lançará seu primeiro notebook em breve, conforme dito no site www.wantchinatimes.com.  As negociações estão limitadas entre duas empresas e a produção do notebook está prevista para a primeira metade de 2016, sendo que o lançamento deve ocorrer até o final do mesmo ano.

A parceria da Xiaomi com a Inventec já existe há mais tempo, uma vez que já montaram cerca de 30 milhões de smartphones em 2014 e tiveram envolvimento no comércio de tablets.

Considerada com a “Apple da China”, a Xiaomi poderá trazer novidades ao mercado dos notebooks. Na entrevista mencionada acima, Lee disse que espera que a chegada da Xiaomi no segmento de notebooks traga algo de novo.

As pessoas estão apostando que o aparelho será semelhante ao MacBook e terá como sistema operacional o Linux. Os detalhes acerca das especificações técnicas e do design ainda não foram divulgados. Informações sobre o valor do produto também não foram oficialmente divulgadas, mas se a empresa seguir a mesma estratégia que usou com os smartphones, com certeza podemos aguardar um notebook muito bom e com um preço que deixará as concorrentes em uma situação difícil. Existem especulações na mídia tawanesa de que o valor será a partir de 2.999 yuan, que correspondem a cerca de R$ 1.930 atualmente.

Resta-nos esperar ansiosamente a chegada do produto ao Brasil!

Por Bruna Rocha Rodrigues

Notebook da Xiaomi





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