2014: ano em que os dispositivos portáteis irão ultrapassar os computadores



  

O Instituto Gartner divulgou recentemente previsões nada agradáveis para o mercado de computadores em 2014. De acordo com as informações levantadas pelo referido instituto, 2014 será o “ano limite” onde os dispositivos móveis – como os tablets e smartphones, por exemplo – irão deixar os computadores bem para trás.

Conforme os dados analisados pela Gartner, apenas neste ano cerca de 2,5 bilhões de aparelhos serão introduzidos no mercado. Desse total, mais ou menos a metade (cerca de 1,1 bilhão) deverá funcionar com o sistema operacional móvel do Google, o Android.

A distribuição apresentada para essa nova leva de aparelhos foi feita da seguinte maneira: Aparelhos portáteis representam uma fatia de 1,9 bilhões de dispositivos, enquanto que desktops ou notebooks ficam com uma parcela de 600 mil aparelhos.

Não é nem preciso dizer que a diferença é significativa, mas de acordo com a empresa o motivo de isso ocorrer é basicamente pelo fato de que os “ultramobiles” (termo usado pelo instituto para tablets, celulares, smartphones com telas enormes, etc.) estão cada vez mais integrados ao mercado e dominando o mesmo. Essa aceitação surge a partir do momento em que grande parte desses dispositivos podem, em muitos casos, servir como computadores pessoais.

De acordo com as informações, o total de aparelhos que deverá ser disponibilizado para o mercado em 2014 deverá superar em mais de 7% o índice registrado em 2013. A parte boa é que todos os seguimentos deverão registrar um relativo aumento. Claro que nesse meio os computadores estão de fora. Os ultramobiles é que ficarão com a  maior fatia, sendo que o aumento previsto será de cerca de 54% mais aparelhos nas lojas. Já os smartphones comuns devem apresentar uma leve alta de 5%.





Voltando ao Android, a Gartner informa que o sistema deverá estar presente em mais da metade dos aparelhos no mercado até o ano de 2016. Por enquanto, em 2014, a parte que cabe ao sistema será de 45%, um bom aumento em comparação com os 38% por cento obtidos em 2013.

Por Denisson Soares

Foto: divulgação



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