Dicas para escolher um notebook



  

Hoje em dia se tornou uma tarefa extremamente complicada encontrar um notebook ideal para sua necessidade, ainda mais para pessoas que não são muito ligadas ao avanço rápido da tecnologia.

Um dos pontos mais difíceis nessa hora fica por conta dos muitos modelos que existem no mercado e principalmente suas configurações, das mais variadas possíveis.  

Quando se escolhe uma máquina dessas, você tem que ficar ligado em três dos principais pontos: processador, memória e capacidade do HD. Com isso você já consegue comprar uma boa máquina. Os outros pontos são os chamados de "perfumarias", como por exemplo: saída HDMI, placa de vídeo dedicada, tamanho da tela, Bluetooth, entre outras coisas de menor expressão.  

Se você quer um computador voltado exclusivamente ao uso doméstico, sua tarefa é muito simples, foque em um processador dual core, core 2 duo, AMD quad-core. Você também não irá precisar de um HD maior que 250 a 500GB e uma memória RAM entre 2 e 3 GB modelo DDR. Assim, está praticamente montado seu notebook perfeito para o uso doméstico, e certamente ele não irá te deixar na mão.  





Já para o trabalho, precisamos de uma máquina mais potente e confiável  começando por um bom processador Core i3 ou i5, memória RAM de 4 a 6 GB DDR e um HD com capacidade maior ou igual a 500GB e tela LED que economiza muita energia. Com essas configurações você poderá executar varias tarefas ao mesmo tempo sem se preocupar com travamentos e lentidão, além de  rodar com tranquilidade os mais variados programas do mercado. Para uma maior mobilidade escolha aparelhos com bateria de 6 ou 8 células, isso evita surpresas desagradáveis e principalmente que você perca um trabalho muito importante por falta de carga na bateria. Ou seja, vale pesquisar bastante antes de comprar seu notebook, já que, além de diferentes configurações, os preços podem variar muito de loja para loja.

Por isso, fique atendo e compare sempre o melhor custo benefício, assim você poderá comprar o notebook ideal para você!

Por Bruno Mathiuzzo



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